Blog do Dresch

8 de dezembro de 2016

Não é só o Brasil. É o mundo!

           Nunca o planeta enfrentou um momento tão perigoso como o atual. O alerta é do cientista britânico Stephen Hawking, que destaca dois acontecimentos que abalaram o mundo nos últimos dois meses e que colocou o planeta em xeque. Para ele, o Brexit e a eleição de Donald Trump significam “o grito de raiva dos abandonados”. A rejeição do eleitorado britânico de permanecer na União Europeia e a decisão do cidadão americano em eleger Trump como seu próximo presidente, mostra, para o astrofísico que as pessoas se consideram “abandonadas pelos seus líderes”.

O mundo à beira do caos 2

         Considerado o maior cientista do mundo, Hawking disse que já avisou sobre as graves consequências do Brexit, que isso resultou em “um passo atrás” e que vai prejudicar o progresso científico. “O que importa agora muito mais do que as escolhas feitas por esses dois eleitorados, é a forma como as elites reagem. Devemos rejeitar esses votos como manifestações de sentimentos que não levam em conta os fatos, e tentar contornar ou limitar as escolhas que eles representam. Eu diria que será um erro terrível” disse Hawking.

O mundo à beira do caos 3

                Para o cientista, essa leitura indica que a ruptura entre as elites está aumentando, inclusive entre políticos, classe média e trabalhadores. “A internet e as plataformas digitais permitem a grupos bem pequenos receber lucros enormes empregando poucas pessoas. Isso é inevitável, é o progresso, mas também é a destruição social” afirmou o cientista britânico.  E foi mais longe “Agora temos uma tecnologia capaz de destruir o planeta que vivemos, e ainda não desenvolvemos capacidade para escapar a isso. Talvez em uma centena de anos tenhamos estabelecidos colônias humanas no meio das estrelas, mas agora só temos um planeta e precisamos trabalhar juntos para protege-lo” concluiu.

Aposentadoria mais distante

             Pela proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo, a elevação de 15 para 25 anos da contribuição mínima para a aposentadoria, prejudica principalmente os trabalhadores de baixa renda. A opinião é de Leonardo Rolim, ex-secretário da Previdência Social e atualmente consultor da Câmara. Pela PEC, os trabalhadores passam a se aposentar com idade mínima de 65 anos e 25 de contribuição. Hoje na aposentadoria por idade, o trabalhador consegue o benefício com 65 anos de idade e 15 de contribuição. A modalidade de aposentadoria por idade, explica Rolim, é usada como acesso ao benefício pela população de baixa renda, com muito tempo na informalidade e por isso não consegue se aposentar por tempo de contribuição. “Essas pessoas terão dificuldade de comprovar 25 anos de contribuição aos 65 anos de idade. Terão de se manter mais tempo no mercado de trabalho para se aposentar” disse ele. Mas a grande crítica de Rolim fica por conta da exclusão dos militares na proposta de reforma. Do ponto de vista técnico e das contas públicas as aposentadorias dos militares representam parte importante no déficit. “Como explicar aos trabalhadores que as regras de aposentadoria ficam mais duras ou menos flexíveis, mas isso não atinge os militares?” pergunta o ex-secretário.

 

Uma nova Grota do Iraci

             A Grota do Iraci, com uma população de cerca de mil pessoas e localizada no Benedito Bentes II, foi a primeira comunidade a ser entregue pelo Governo do Estado, dentro do Programa Pequenas Obras, Grandes Mudanças. As obras físicas foram inauguradas pelo governador Renan Filho e também do representante da ONU do Programa “ONU Habitat”, Elkyn Velasquez. A partir da Grota do Iraci, a parceria vai ser ampliada para outras comunidades com o perfil semelhante, salientou o governador Renan Filho. “Essa é uma obra que dá dignidade ao povo desta localidade” afirmou.

Uma nova Grota do Iraci 2

             Na Grota do Iraci foram construídos 441 metros quadrados de passeio, 500 metros de corrimão e 276 metros quadrados de reboco. Também foram pintadas 34 residências, e construídas duas novas escadarias e recuperadas outras cinco, com 173 metros lineares. De acordo com o Secretário dos Transporte e do Desenvolvimento Urbano, Mozart Amaral, até 2018, outras 76 comunidades serão contempladas com mudanças físicas do Programa Pequenas Obras, Grandes Mudanças. Atualmente 16 grotas estão em obras na capital.

Um povoado na Lua

             A ideia de criar um povoado na Lua, lançada pela Agência Espacial Europeia, tem atraído empresas que começaram a desenvolver alguns projetos, e até os governos dos 22 países que fazem parte da Agência manifestaram simpatia à ideia. A base lunar foi batizada de povoado porque expressa a natureza de um lugar criado por pessoas de várias partes e constroem uma comunidade. O povoado seria composto por uma base para o desenvolvimento da ciência, negócios, mineração e até mesmo para o turismo. Além disso servirá como ponto de apoio para expedições a Marte. Como defende o astrofísico Stephen Hawking!

 

 

  • Como se resolve o problema do crescimento da miséria explícita na orla de Maceió, que os empresários batizaram de “reordenamento da orla”?
  • A situação não é nova, nem seus protagonistas. Com os flanelinhas (maioria agressivos e violentos), os drogaditos (antes eram os cheira-cola), os retirantes da seca e os mendigos caseiros, chega junto a violência doméstica, do roubo, do furto, das brigas. Sem falar nos arrastões e até nos homicídios.
  • Claro que este cenário além de desagradável, atinge diretamente empresários e donos de barracas, os mais prejudicados.
  • Mas atinge também os turistas que nos visitam, um setor que fica a margem da crise e que fez de Maceió um dos principais destinos turísticos do Nordeste.
  • Atinge ainda os nativos. Os maceioenses também se incomodam com o assédio, com as ameaças e com os pedidos para matar a fome.
  • A Prefeitura de Maceió tem a solução? Não dá para encher um ônibus a cada noite e jogar todos em Rio Largo ou Messias, como já chegou a ser feito em algumas décadas atrás.
  • É um velho/novo problema social nas mãos das autoridades.