Blog do Dresch

22 de novembro de 2016

Maceió: maior destino turístico brasileiro

                   Para o governador Renan Filho, Maceió vai se tornar em 2017 “o maior destino turístico brasileiro isso graças à sua vocação, ás obras estruturantes que estão sendo realizadas, e o reconhecimento daqueles que visitam, em número cada vez maior, a capital das Alagoas”. Ainda de acordo com Renan Filho “o fortalecimento do turismo doméstico, nas múltiplas formas – negócios, lazer, ecológico, esportivo, cultural, religioso entre outras manifestações, são os investimentos fundamentais para que alcancemos este objetivo”. Ele salientou a importância do trabalho conjunto desenvolvido com o Ministério do Turismo, uma vez que o ministro Marx Beltrão é conhecedor da realidade turística do Estado.

O maior destino do Brasil 2

                   O turismo alagoano se sobrepõe à crise econômica do país, graças ao trabalho e dedicação de todos os entes envolvidos no segmento. O governador cita algumas obras que estão em andamento em Maceió que irão impactar positivamente o turismo: o esgotamento sanitário, com um investimento jamais visto e que vai beneficiar 400 mil pessoas, além de despoluir praias e rios; O Aeroporto de Maragogi, que já em 2017 começará a alavancar o turismo na região norte; A duplicação da AL 101 Norte, o viaduto da Polícia Federal, a duplicação da rodovia entre Barra de São Miguel e São Miguel dos Campos, além de outros investimentos básicos na infraestrutura turística, com a liberação de R$ 28,5 milhões pelo Ministério do Turismo.

Pauta cheia no Senado

                   O Senado da República centralizará as atenções de todo o país esta semana, em função da pauta recheada de assuntos bastante polêmicos. Um deles é a discussão sobre a PEC 55, que trata sobre os gastos e sobre os limites de investimentos por 20 anos. Também faz parte da pauta a PEC 36, que trata sobre a reforma política. Também deve ser votada as novas regras para aplicação do Imposto Sobre Serviços (ISS). Também será discutido o novo prazo para a segunda etapa da repatriação de recursos do exterior, que deve ser mantido para 1º de Janeiro de 20 até 15 de Março, com a cobrança de multas e o Imposto de Renda sobre o valor repatriado. Na quarta haverá outra discussão sobre a PEC dos gastos, ficando faltando apenas mais uma sessão (a quinta) para que a PEC seja colocada em votação, o que deve acontecer dia 29. Na quarta-feira, haverá um debate sobre o abuso de autoridade na Comissão e Constituição e Justiça. Como o texto tem gerado polêmica, participarão do debate o Ministro Gilmar Mendes, do STF, o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot e o presidente da OAB nacional, Claudio Lamachia. No mesmo dia, a noite, está prevista a última sessão para discussão e votação da reforma política, que acaba com as coligações e impõe a aplicação das cláusulas de barreiras aos partidos já nas próximas eleições.

 

Banco quer reduzir saque

                 Sob o argumento de colaborar para diminuir a lavagem de recursos em atividades de corrupção e atrair a atenção de assaltantes, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estuda a possibilidade de diminuir o volume de saques e de dinheiro em espécie em circulação. Segundo o presidente da entidade, Murilo Portugal, a situação vem sendo discutida há algum tempo por integrantes da Encla (Estratégia Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro) formada por mais de 60 entidades[LD1]  como Ministério da Justiça, Banco Central, Susep, Coaf e a própria Febraban. Segundo defende Portugal, “os saques em espécie podem ser um facilitador de crimes de lavagem de dinheiro e de terrorismo”.

Banco quer reduzir saque 2

                   O presidente da Federação diz ainda que a grande concentração de dinheiro nas agências bancárias tem atraído assaltantes a cidades menores e até em municípios bem pequenos, colocando em risco a vida dos próprios moradores. Já o Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes diz que há necessidade de controlar o dinheiro vivo que circula no país. “Esses volumes favorecem a corrupção como vimos nos recentes casos envolvendo construtoras, uma vez que essas empresas fazem saques elevados para o pagamento de funcionários, e a situação foge do controle” argumentou o Ministro.

Zika vive fora do organismo

                 Um estudo apresentado esta semana, na reunião anual da Associação Americana de Ciências Farmacêuticas mostrou que o vírus da zika consegue se manter vivo, e “altamente contagioso” sobre superfícies duras e não porosas, fora do organismo por até oito horas. Nesse caso pode ser transmitido através de seringas contaminadas ou em contato direto com feridas de pele. Segundo o estudo, não existem casos registrados, até agora, de infecção pelo vírus pelo ambiente, mas existe um caso documentado de infecção dentro de um laboratório.

Zika vive fora do organismo 2

                Os virologistas que apresentaram o estudo confirmaram que os meios mais comuns de transmissão do vírus são através de uma picada de um inseto infectado, ou pelo contato direto com uma pessoa infectada. Os pesquisadores contudo, revelaram ainda que desinfetantes como o álcool isopropílico e o amônio quaternário são eficazes em matar o vírus neste ambiente, e podem fazer isso em apenas 15 segundos. As descobertas do estudo podem ajudar a desenhar medidas de controle da infecção tanto para a população quanto para os profissionais da saúde que atendem os casos ou pesquisam nos laboratórios.

 

  • A Companhia Hidroelétrica do São Francisco (CHESF) reduziu ontem a vazão mínima das barragens de Sobradinho (BA) e Xingó em Alagoas, seguindo orientação da Agência Nacional das Águas (Ana) e do Ibama.
  • O nível de água que sai dos reservatórios para o rio baixou de 800 metros cúbicos por segundo (m3/s) para 750 m3/s. Após um período de testes e de monitoramento da redução, o volume vai cair para 700 m3/s.
  • O objetivo da redução é poupar água no reservatório de Sobradinho para garantir a segurança hídrica do Nordeste.
  • A medida é considerada emergencial, mas as consequências podem ser bastante danosas, ao rio e também ás populações ribeirinhas e ao meio ambiente.
  • O abastecimento d’água de muitas cidades ribeirinhas (principalmente em Alagoas e Sergipe) vai ser afetado, já que a captação já está prejudicada pelo baixo volume de água.
  • A reprodução dos peixes sofrerá o impacto da redução, uma vez que é época de defeso no São Francisco.
  • Outro ponto que preocupa é a navegabilidade do rio, que já está prejudicada e ficará ainda mais difícil com a redução do volume de água. Juntamente com pescadores, os transportadores fluviais sofrem com a situação.