Blog do Dresch

22 de outubro de 2016

Saneamento básico chega a mais 8 bairros

                   O Governo do Estado deu um passo importante, ao iniciar as obras para o esgotamento sanitário de oito bairros de Maceió (Farol, Pitanguinha, Pinheiro, Gruta de Lurdes, Santo Amaro, Canaã, Ouro Preto e Jardim Petrópolis). O início dos serviços aconteceu na Travessa Professor José Silveira Camerino, no bairro do Pinheiro, com a presença do governador Renan Filho, que salientou a importância da obra, que receberá recursos na ordem de R$ 185 milhões, através de uma Parceria Público-Privada (PPP). “É o maior volume de investimentos no esgotamento sanitário da história de Alagoas, sobretudo com as obras no Tabuleiro onde o investimento é de R$ 200 milhões”.


Saneamento em 8 bairros 2

                   Assim como os serviços de esgotamento sanitário iniciados no Tabuleiro, em Setembro deste ano, a obra na região do Farol integra o Programa Estadual de Esgotamento Sanitário, cujo planejamento elaborado pela Secretaria de Infraestrutura, lançado em Outubro de 2015, prevê um investimento total de R$ 1,6 bilhão em todo o território alagoano, através de PPP. Assim, o governo pretende dobrar, até o final de 2018, a cobertura de esgotamento sanitário em Maceió, passando dos atuais 35% para 70%, e elevar de 19% para 40% o índice em todo o estado. A perspectiva é de que mais de um milhão de alagoanos sejam beneficiados com mais qualidade de vida.

 

A frustrada recuperação da economia

                   A frustrada recuperação da economia neste segundo semestre, afeta diretamente a arrecadação de impostos do governo federal e ao mesmo tempo aumenta a pressão sobre as finanças públicas. Agosto foi um mês ruim, com uma queda de 10% na arrecadação na comparação com o mesmo mês do ano passado, e Setembro conseguiu ser pior, segundo levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas com base em registros do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira). Os dados reforçam a tese de que a recuperação econômica ainda é muito fraca para confirmar as expectativas de que o país está perto de sair da recessão. Situação difícil é a do comércio e serviços, como eletricidade, ainda bem distantes de uma recuperação. A indústria também voltou a desapontar no recolhimento de tributos. O setor vinha sendo apontado pelo governo como o principal vetor das expectativas otimistas no segundo semestre, mas recuou 3,8% no mês de Agosto em comparação com Julho. Em Setembro, pelos primeiros dados, a situação vai piorar mais, principalmente por análises iniciais de novas encomendas, contratações e estoques. Essa dificuldade reflete nos tributos como IPI, PIS e Cofins, mas contamina toda a arrecadação, inclusive dos estados.

 

Por uma mídia democrática

                Uma solenidade ocorrida no Salão Nobre da Câmara dos Deputados esta semana, marcou a trajetória em defesa de uma mídia democrática. Representantes da sociedade civil e de movimentos sociais participaram do evento, assim como os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Érika Kokay (PT-DF). Na oportunidade também foi comemorada a passagem pelos 25 anos do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), que lançou uma plataforma que possibilita o envio de denúncias e que pode ser acessada pelo site “Para Expressar a Liberdade”.

Por uma mídia democrática 2

                 Segundo a coordenadora do Fórum, Renata Mielli, o FNDC acompanhará as pautas específicas da área com o objetivo de evitar retrocessos totais no campo da comunicação pública, como por exemplo, o reestabelecimento do conselho curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a defesa do Marco Civil da Internet. Em 1º de Setembro, o presidente Michel Temer encaminhou ao Congresso uma Medida Provisória que extingue o Conselho Curador e submete o cargo de diretor-presidente sob decisões do presidente da República.

Por uma mídia democrática 3

                 O FNDC foi criado em 1991 e tem como missão articular associações, sindicatos, movimentos populares, organizações não-governamentais e coletivos para debater a democratização da mídia no país. Atualmente são mais de 520 entidades filiadas nacionalmente através de 19 comitês regionais. O principal legado desta trajetória, segundo a coordenadora, é a abrangência de atores sociais, dos movimentos sindicais, estudantis e populares, que hoje estão integrados às pautas do Fórum. Hoje os movimentos sociais ajudam a centralizar a luta por uma comunicação mais democrática.

Indústria só cresce em 2018

                 O crescimento da produção industrial brasileira deve começar somente em 2018, na avaliação do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade. Para ele, a recuperação da indústria depende da retomada do consumo interno e das possibilidades das exportações. Ele defendeu a estratégia do governo federal em buscar acordos internacionais, como os que foram feitos com a China e o Japão. Ele ressaltou a necessidade de melhora da confiança interna, do investimento e da geração de emprego.

 

 

  •  O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) apresentou a gestores da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, a programação de investimentos em Alagoas para o próximo ano.
  • O banco disponibilizará R$ 695 milhões em 2017, e segundo o superintendente do BNB, Antônio César de Santana “a discussão sobre a aplicação e a utilização dos recursos é fundamental para que Alagoas diversifique seu modal econômico e industrial”.
  • O encontro também contou com a participação de representantes de outras secretarias do Governo e da sociedade civil organizada.
  • Todos salientaram a importância da continuidade da parceria entre o Governo de Alagoas e o Banco do Nordeste, para fomentar novos empreendimentos que estão chegando, criar novos postos de trabalho para os alagoanos.
  • Nos últimos cincos o Banco do Nordeste aplicou cerca de R$ 6,5 bilhões em Alagoas. Dentro do orçamento previsto para o próximo ano, a indústria deve receber R$ 253 milhões e o turismo R$ 50 milhões.