5 de outubro de 2016

O uso do cigarro.

O cigarro ao qual me refiro é o de “fumo de rolo de Arapiraca”, como dizia o velho Luiz Gonzaga, o rei do baião!

As pessoas não acreditam e continuam fumando e morrendo ou tendo doenças crônicas que atingem vários órgãos do corpo. Ainda existem vários fumantes passivos que são os que fumam por estarem ao lado dos viciados.

Mesmo com as proibições da propaganda na imprensa, na utilização de cigarro em locais públicos fechados etc. o número de fumantes não caiu muito e até aumentou entre as mulheres.

Conheci um colega de profissão com especialização em reumatologia no ano de 1977 quando juntos com mais três abrimos um consultório na Rua Comendador Palmeira.

Desde essa época que o mesmo usava cigarro. Fumava com frequência e não ouvia os apelos de nós outros. Para dificultar mais ainda outro sócio também fumava e continua a fumar.

Como a medicina é uma ciência inexata, o reumatologista está hospitalizado e o clinico geral bem de saúde.

Estatística, porém não autoriza ninguém a usar uma droga, ainda que a mesma seja considerada lícita.

Todos já sabem a qual doença me refiro: câncer. Câncer de pulmão com metástase óssea.

É triste, porém é a realidade do uso do famigerado cigarro! A mídia já divulgou e divulga sempre as substâncias tóxicas e suas ações. A medicina cansa de falar e mostrar aos usuários quão expostos eles estão! Porém nada! E pior os agentes médicos continuam fumando e dando as mais desencontradas desculpas.

Tenho uma utópica teoria para acabar com a produção do fumo e por consequência da fabricação do cigarro: transformar os campos de plantação de fumo em plantação de alimentos! E as fábricas gradativamente serem transformadas em produtoras de medicamentos para a cura dos males por eles causados.

Os governos que proíbem o uso do cigarro em locais públicos devem continuar na sua caminhada em busca de zerar a fabricação.