14 de setembro de 2016

Artrose. Artrite. Osteoartrose. Osteoartrite.

A nomenclatura na medicina, como ciência viva e inexata, muda com certa frequência.

Então melhor dizer aos clientes, pacientes que existe um desgaste articular.

Falo que “entrou areia na rolimã” usando um termo simples e até hilário.

Todos nós após os quarenta anos – meia idade – teremos algum desgaste articular. O joelho então, como articulação intermediária entre quadril e tornozelo, sofre mais.

O joelho só consegue ficar em repouso quando deixamos o mesmo em flexão, entre vinte e cinco e trinta graus. Assim sempre está em trabalho. Mais ainda com sua utilização em caminhadas, corridas, subidas e descidas de escadas, etc.

Os profissionais médicos já possuem no arsenal, para combate das lesões cartilaginosas, vários medicamentos que conseguem nutrir a cartilagem e lubrificar ao mesmo tempo fazendo com que a artrose ou artrite não progridam ou mesmo se instalem com maior intensidade gerando dor, deformidade e déficit de função.

Além dos medicamentos acima citados que são usados por via oral em sachés ou capsulas, temos também os injetáveis que são colocados por meio de seringa e agulha, dentro da articulação. Principalmente dos joelhos. É a visco suplementação.

Passada a fase aguda os clientes, paciente deverão fazer atividade física orientada para fortalecer a musculatura da coxa e da perna que irão melhor segurar o joelho.

Um dado importante é a dieta para a melhora da carga. Ou seja, diminuir de peso fará também uma grande diferença em relação à carga.

Quando o tratamento conservador falhar existe cirurgias corretivas. Como as osteotomias. Troca da articulação como as próteses totais ou parciais.

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