31 de agosto de 2016

Não há ganho sem dor.

Aprendi o ditado acima há algum tempo. Vem do inglês: no pain, no gain! No halterofilismo é muito usado. Sem dor não há ganho!

Recentemente uma amiga fez uma cirurgia plástica e usei o refrão acima para ela. Tenho usado para algumas pessoas no dia a dia.

Falo também que veja sempre o copo meio cheio. E não meio vazio.

Claro que cada um usa da forma que mais lhe convêm. Ou da melhor forma para o caso pessoal. Utilizo sempre como estímulo para produzir e conseguir o resultado almejado.

Lógico que algumas dores são muito intensas. E o resultado não será muito grande, alvissareiro, espetacular?

Trazendo para a realidade do nosso País vemos que as “traquinagens” dos políticos estão levando os brasileiros ao estado de dor aguda já se tornando crônica. Dificuldades no emprego com perda e falta do mesmo o que produz o desenrolar de outras dores.

Não seria o momento dos políticos pensarem em realizar um exame psicotécnico para os candidatos aos cargos públicos desde vereador até o de presidente da república?

Hoje qualquer concurso no Brasil solicita um psicotécnico. E por que não para os nobres políticos? Talvez assim nós não tivéssemos que passar por tantas dores sem ganhos.

Se trinta não é trinta. Pode ser vinte e cinco. Porém é trinta de vinte cinco que no final vai dar sete e meio ou nove! É ri para não chorar!

Já o eleitor não seria obrigado a votar! Votaria quando por sua livre e espontânea vontade o candidato que tivesse passado pelo psicotécnico demonstrasse que apresentava condições mínimas para receber um sufrágio do brasileiro. E mais: haveria um mínimo de votos para ser eleito. Caso não fosse alcançado ninguém seria eleito. Não haveria transferência de votos como em vários casos que conhecemos. Aqui e em São Paulo, por exemplo.

Assim não teríamos que interromper o mandato de algum governante que de sã consciência nunca passaria num exame psicotécnico por mais simples que fosse! Não há ganho sem dor!