29 de agosto de 2016

Osteoporose. Adesão ao tratamento.

Segundo publicação da American Society for Bone and Mineral Research, a adesão e persistência no uso de medicamentos contra a osteoporose é muito baixa.

Falam sobre compliance (obediência). Persistência e adesão (aderência). Insistem em obediência e persistência de que forma medir. Avaliam que o paciente esquece de tomar o medicamento na data correta. Dizem que alguns pacientes nem compram o medicamento. E outros param de tomar o medicamento no tempo indevido.

Várias razões são expressas sobre a dificuldade do paciente com osteopenia acentuada ou já com osteoporose, tomar o medicamento fazendo o tratamento da maneira que desejam e não como deve ser feito.

No meu entender existem algumas razões mais palpáveis para o fato.

Inicialmente a doença osteoporose que é detectada por um exame de densitometria às vezes é negligenciada até pelo médico assistente. Com uma radiografia de coluna diz que a paciente ou o paciente tem osteoporose. A osteoporose já instalada não apresenta sintomas. A não ser quando existe uma fratura. Quase sempre o exame de cálcio e vitamina D sanguíneo também não é solicitado.

Assim passa-se ao cliente que a doença osteoporose não tem grande valor. E o preço do medicamento chamado em geral de bisfosfonato, é caro!

Ao prescrever os medicamentos às vezes o medico assistente não dá as explicações claras e corretas sobre o uso diário, semanal, mensal ou anual. Prescrevendo o bloqueador da destruição óssea e associando o formador ósseo. Ou seja: bisfosfonato e cálcio com vitamina D. Durante um ano pelo menos. Quando então será feita nova densitometria para controle.

Dieta rica em cálcio (leite e derivados, peixes, verduras verdes cruas ou no vapor).Não usar alimentos e bebidas que espoliem o cálcio, também é importante (café em demasia, bebidas derivadas da cola, álcool).

Atividade física aumentando a carga sobre os ossos para que os mesmos reajam e se fortifiquem, como também reforço da musculatura em geral.