23 de agosto de 2016

Olimpiadas.

Século VIII a.C. Cidade Olímpia na Grécia. Daí o nome Olimpíada.

Século XIX o Barão Pierre de Coubertain fundou o COI (comitê olímpico internacional) Assim ficou sendo considerada a era moderna dos jogos.

Como o brasileiro gosta de carnaval, futebol e samba tudo iniciou e acabou bem.

Não vamos negar que temos condições técnicas e administrativas para gerir eventos, porém como nos falta o principal é que criticamos a presença entre nós com intervalo de dois anos de dois eventos de grande porte. Copa do mundo de futebol e olimpíadas.

Como não temos educação de qualidade ficamos a dever e muito as medalhas sejam elas de que cor. Sem educação de base nunca conseguiremos ficar entre os primeiros. Vão aparecer feitos isolados e alguns em esportes coletivos.

Pegando o viés da educação como poderemos almejar títulos olímpicos se os nossos meninos e meninas não tem o mínimo de ensinamentos básicos e dentre eles os esportivos. Alimentação de qualidade quando as merendas escolares, salvo raras exceções são de qualidade duvidosa. Em seguida quando conseguem findar o ensino médio ao invés de serem incentivados ao ensino técnico, todos vão querer ser “doutor”!

Não possuem um ensino médio, básico de qualidade, porém são incentivados pelas cotas a serem doutores?! Já na faculdade os incentivos para a prática esportiva não existem. Então quando aparecem alguns são verdadeiros milagres como o baiano da canoagem.

O apoio dado por entidades públicas e algumas privadas são muito aquém do necessário. Vai aqui uma reflexão: temos um ministério dos esportes, já os americanos do norte não possuem ministério dos esportes. Para que serve o nosso ministério dos esportes? Para dar emprego a político e seus protegidos!

Enquanto não tivermos a capacidade de pensar sério sem a política “do venha a nós e ao vosso reino nada”, não chegaremos a lugar nenhum.

Planejar e pensar no futuro a curto, médio e longo prazo. Programar o incentivo aos esportes desde o ensino médio, passando pelo técnico e chegando as universidades com começo, meio e fim. Assim em 2024 poderemos ser uma potência olímpica como merece o tamanho do Brasil continental!