9 de agosto de 2016

Queda de bicicleta.

Só não cai de bicicleta quem não anda de bicicleta.

A magrela, camelo, bike, é um veículo de tração humana que consegue chegar a velocidades intensas. Assim devemos nos precaver com cuidados de segurança dentre eles o uso do capacete e luvas no mínimo.

Recentemente durante a Olimpíada do Rio de Janeiro tivemos uma queda de maior repercussão. Uma corredora com uma bicicleta veloz numa descida e em curva com o piso molhado.

Todos os ingredientes para uma queda estavam presentes. Além de uma faixa branca de divisória entre as pistas automotivas.

As bicicletas chamadas vulgarmente de Caloi dez são as de velocidade. Estradeiras. Pneu fino exatamente para diminuir o atrito com o solo o que também diminui a aderência e sua estabilidade.

Descida. Aumenta mais a velocidade. Chuva diminui ainda mais a aderência dos pneus ao solo. Curva facilita a queda. Faixa branca de tinta que escorrega mais ainda! Bingo: lona.

Analisando amadoristicamente a conduta da ciclista notamos também que pelo “capotamento” dela e da bike a mesma usou o freio dianteiro mais que o traseiro e também não conseguiu soltar a presilha que prende os calçados aos pedais.

Graças aos céus o anjo da guarda da ciclista conseguiu amortecer o impacto com o solo, pois ela caiu num local de terra e vegetação fazendo com que o trauma fosse amortecido e a mesma está tendo uma recuperação satisfatória devendo ficar sem sequelas.

Algumas lições podem ficar. Capacete sempre. Luvas de boa qualidade. Descida em curva treinamento a exaustão. Chuva e faixa em estrada de asfalto perigo constante. Fabricantes de sapatilha com presilha e pedal com encaixe, devem pesquisar ao máximo forma dos mesmos soltarem com um pequeno movimento lateral .