Edmilson Teixeira

3 de agosto de 2016

Taquarana, eleição 2016

Desta vez Taquarana terá agora uma alternativa para as eleições municipais. Trata-se do empresário Geraldo Cícero, que foi confirmado em convenção no último domingo, como candidato a prefeito vestindo a camisa do PPS. Já conta com a maior parte dos vereadores  em seu grupo.  “Hoje é um dia em que o povo de Taquarana sabe que pode escolher. Pode escolher entre o passado ou e novo na política. Pode escolher entre dar mais um mandato para quem está há 12 anos no poder ou dar uma chance para quem tem capacidade de fazer Taquarana crescer muito mais”, destacou. 

 

Taquarana – parceiro

O ex-prefeito Zé Dentista, uma das maiores lideranças do município, será vice na chapa de Geraldo. “Unimo-nos porque temos algo em comum: querer o bem de Taquarana”, disse, ressaltando que as alianças políticas devem ser pelo bem da população, não por um projeto de poder. Geraldo Cícero não é estreante na política, pois já passou pelo teste de ser

vice-prefeito em gestões passadas.

 

Canapi – sem prefeito

Desde sexta-feira, que Canapi está sem prefeito, por conta do afastamento de Celso Luiz (PMDB) do comando da Prefeitura, a mando da Justiça, acusado de desviar mais de 10 milhões de reais. É que o presidente da Câmara, vereador Luciano Malta (PMDB) anda  meio atordoado, sem saber o que fazer, uma vez que ainda não recebeu o aval da Justiça, a fim de convocar  uma sessão extraordinária para dar posse ao vice, Geraldo Vieira (PT do B)  o Vieira do Povão como é conhecido.

 

Canapi – bronca

O pior de tudo isso, é que Vieira do Povão atravessa um momento desconfortável em sua vida. É que a figura pode ser a qualquer momento presa, acusada de mandar assassinar a própria esposa Josielma Alves, cujo crime ocorreu em abril do ano passado no interior baiano. O caso

está nas mãos do juiz da comarca de  Paulo Afonso/BA,  

Adriano de Lemos Moura.

 

Barra de Santo Antônio – duelo 

Prefeito afastado Rogério Farias, diz que seu vice, Carlos Alexandre, que temporariamente está na função de gestor público do município, deveria se impor como um homem sério e trabalhar para o bem do povo, sobretudo sem demagogia e sem acusar quem quer que seja a fim de se promover politicamente e com tendência de buscar meios para meter a mão no dinheiro público. Farias ficou irritado, depois que Alexandre (que vai para a reeleição) decretar na segunda-feira, estado de emergência por 60 dias no município, alegando diversas irregularidades de documentações encontradas, fato que repercutiu negativamente na mídia para

o prefeito afastado.

 

Barra de Santo Antônio – licitação 

“É inverídica a informação de que existem salários atrasados desde o mês de outubro de 2015. Haja Vista que deixei cerca de R$ 1.700.000,00 na conta da Educação e R$ 700.000,00 na conta da Saúde. Todos os processos licitatórios de serviços e produtos necessários à manutenção dos setores, execução de programas e projetos e ainda nas atividades rotineiras da administração pública municipal, foram realizados dentro do que determina a legislação pertinente” esclareceu Rogério Farias.

 

Barra de Santo Antônio – TCE 

Diz Rogério Farias, que todos os originais dos processos foram deixados nas instalações da Prefeitura e caso a administração provisória não os localize, todos os processos conforme determina o Tribunal de Contas do Estado de Alagoas, já estão de poder daquela corte de fiscalização, pois são entregues rigorosamente copias completas destes processos nos prazos estabelecidos.

 

Barra de Santo Antônio – rombo 

No curto período em que Rogério passou recentemente na Prefeitura, reassumindo depois de quase três meses de Alexandre no poder, disse  que encontrou um verdadeiro rombo no SAAE e oficializou a denúncia  por inscrito  na Câmara de Vereadores. “O órgão tem uma média de faturamento mensal de 200, sempre pagou energia FGTS, INSS  é demais custo. Mas todas essas obrigações encontrei avacalhadas, inclusive até três poços artesianos estavam funcionando com ‘gatos’ porque a Eletrobrás teria cortado a energia. E o pior; dos cerca de 600 mil arrecadados durante os ditos três meses desapareceram”

denunciou Farias.     

 

Secretários – meta

O desafio de cumprir a lei e fechar as contas sem deixar pendências para o novo gestor, com a crise na Saúde que afeta o país, estava entre as pautas que nortearam a discussão no Seminário sobre o Encerramento da Gestão Municipal na Saúde. O evento aconteceu   na segunda-feira em Maceió, no auditório do Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal). Mais de 120 secretários e técnicos de finanças e setores afins.

 

Secretários – parceiros

O evento foi coordenado pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Alagoas (Cosems), em parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), e contou com a presença de representantes do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A vice-presidente do Conselho, Normanda Santiago, ressaltou as dificuldades da atual conjuntura política, a exemplo da PEC 241, que está para ser votada em Brasília com a proposta de limitar os gastos federais para a saúde.

 

Secretários – honra

O presidente do TCE, Otávio Lessa, destacou a parceria com o Cosems de Alagoas e salientou que o Tribunal realizou recentemente evento regional com o mesmo objetivo. “Sinto-me honrado em participar deste processo, que tem o mesmo direcionamento que estamos implementando no Tribunal”, afirmou Lessa, lembrando que a prestação de contas por parte dos gestores é obrigatória.