28 de julho de 2016

Fratura do colo do fêmur.

Lesão traumática comum na terceira idade. Previsível em idosos osteoporóticos com déficit de força e equilíbrio.

Mesmo com cuidados redobrados dos familiares às vezes um pequeno descuido e lá está o ente querido estendido no chão com um dos membros inferiores em rotação externa ao ponto do pé ficar apoiado no solo.

Para o ortopedista/traumatologista experiente só em olhar o enfermo na maca já faz o diagnóstico de lesão alta do fêmur, mesmo com queixa de dor ou incomodo ao nível do joelho.

A fratura do colo do fêmur ou a transtrocantérica (usamos uma nomenclatura só para facilitar) é patognomônica de queda de idoso da própria altura ou por outra de ao se levantar rápido da queda.

Dizia um amigo meu ortopedista de Recife meu professor no Hospital da Restauração, Marcelo Gomes, que a senhorinha do interior ao “tanger” suas galinhas com o membro inferior em rotação externa sentia uma dor no quadril e caia! Fratura do colo do fêmur.

Então cada vez mais falamos em prevenção! Todos nós temos que ter atividade física pela vida inteira. Alimentação rica em cálcio e vitamina D. Sol. E procurar o médico para fazer o exame de densitometria e dosar cálcio e vitamina D no sangue. Havendo alteração tratar corretamente com bisfosfonatos ou similar e mais suplementação do cálcio e vitamina D.

Cuidados em casa ou apartamento com as irregularidades do piso, os tapetes e carpetes, móveis pontiagudos e fios ao leu.

Consumada a fratura fazer os procedimentos de urgência e procurar um cirurgião ortopedista experiente e capacitado em hospital com boa retaguarda. Cirurgia o mais rápido possível e um suporte de UTI adequado. A síntese sendo bem realizada fara com que o (a) paciente se recupere rapidamente saindo da possibilidade das complicações inerentes ao tempo que ficar no leito. Complicação  cardíaca, pulmonar e urinária além das escaras.