Roberto Baia

23 de julho de 2016

Candidata descartada

O grupo de oposição, comandado por Aurélia Fernandes, Adoniran Guerra (DEM), Rogério Teófilo (PSDB) e Ricardo Barreto (PSB), nutriu na vereadora uma esperança que ela fosse escolhida para concorrer, ao menos, ao cargo de vice-prefeita de Arapiraca. A esperança de Aurélio, que esperou até o último minuto, parece ter ido “por água a baixo”. A vereadora já teria, inclusive, tirado as fotos oficias para a campanha, como o fotógrafo alagoano André Fon, e postado em suas redes sociais.

 

 

Causou atrito

Neste mês, foi cogitada a pré-candidatura dela com apoio do deputado federal João Henrique Caldas, o JHC (PSB) mas, segundo Ricardo Barreto (PSB), isto seria ainda mera especulação. Toda a demora, nas decisões de Rogério Teófilo, levou Aurélia a pensar até em romper com o grupo para fazer composição como vice da chapa de Tarcizo Freire (PP). A ideia ocasionou uma quase ruptura entre Aurélia e o líder do seu partido no município, Ricardo Barreto.

 

Perdeu a chance

O que fica claro é que “discussões” parecem mesmo estar no caminho da carreira política de Aurélia. Primeiro, foi com a atual prefeita Célia Rocha (PSL) e depois com o PMDB, partido que a lançou no meio político. Sem essas desavenças, ela hoje poderia ser a “herdeira natural” para ocupar a vaga de Ricardo Nezinho na Assembleia como deputada estadual pelo PMDB.

 

Joaquim Gomes

O Tribunal de Justiça de Alagoas manteve, na última quarta-feira (20), o vereador Edivaldo Alexandre da Silva Leite afastado do cargo legislativo do município de Joaquim Gomes. A decisão também manteve o bloqueio dos bens do político.

 

“Recebeu propina”

De acordo com o processo, Edivaldo Alexandre foi flagrado em um vídeo recebendo dinheiro de outro agente público e no áudio da gravação foi mencionado que os pagamentos estariam relacionados ao apoio político em votações parlamentares. Segundo a decisão, a atitude de Edivaldo Alexandre configura prática de improbidade. O que justifica o afastamento e bloqueio de bens.

 

Se defendeu

Edivaldo Alexandre alega que o recebimento dos valores em espécie seria relativo a despesas com o transporte de eleitores para a realização de tratamento médico em Maceió. Ao se manifestar, o Ministério Público de Alagoas (MP/AL) entendeu que a decisão de primeiro grau deveria ser mantida, diante da gravidade dos fatos e da robustez da prova produzida.

 

Mudança no transporte

A partir deste domingo, 24 de julho, as linhas de ônibus intermunicipais de Marechal Deodoro, Massagueira, Barra Nova e Barra de São Miguel, todas destinadas a Maceió, passam por mudanças, com a ampliação no número de viagens e de veículos, conforme decisão da Agência Reguladora de Serviços Públicos (Arsal).

 

 

Caráter emergencial

 

Antes operados pela Real Alagoas, os percursos passam a ser explorados, em caráter emergencial, pela Expresso Metropolitano. No domingo passado, 17, a empresa assumiu também as linhas de Pilar, Coqueiro Seco, Santa Luzia do Norte e Pindoba. Ao todo, as mudanças em 11 linhas de ônibus intermunicipais metropolitanas começaram no dia 9 deste mês, com a empresa CM Transporte e Turismo operando nos trajetos Barra de Santo Antônio/Maceió e Paripueira/Maceió.

 

 

Atalaia

 

Como medida de combate ao alto índice de violência em Atalaia, o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio da Promotoria de Justiça do Município, aumentou as restrições da venda de bebidas alcoólicas para menores e limitou o horário de funcionamento de bares e similares na cidade. 

 

 

Decisão polêmica

 

O secretário de Segurança Pública de Alagoas, Paulo Domingos Lima Júnior, recebeu com estranheza a decisão da promotoria de Justiça de Atalaia. A motivação foi questionada pelo secretário com base nos números oficiais do Estado. Lima Júnior afirmou que tem acompanhado de perto a situação da segurança pública e comparou a situação de Atalaia a de outros municípios com histórico de violência.

 

 

 

… O Ministério Público Estadual moveu uma ação civil pública contra a Prefeitura Municipal de Santana do Ipanema. A ação quer que a Justiça obrigue o Município a iniciar, de imediato, licitação para contratação de pessoa jurídica que vai administrar o Hospital Municipal Dr. Clodolfo Rodrigues de Melo.

 

…No final deste mês, vence o contrato de gestão com a Organização Social (OS) que administra a unidade e não haverá mais prorrogação, o que geraria a demissão em massa de mais de 600 profissionais dos mais diversos setores. Com o fechamento, cerca de 400 mil pessoas da região ficariam desassistidas. 

 

 

….No pedido feito à Justiça, o MP quer que a Prefeitura seja obrigada a iniciar processo de licitação, que deverá durar, no máximo, 120 dias. Neste prazo o Município fica com a função de administrar o hospital durante esse período ou fazer um contrato de emergência, o que é permitido pela Lei de Licitações.