12 de julho de 2016

Ato médico.

Muita polêmica sobre o assunto.

Culpa dos próprios seguidores de Esculápio e Hipócrates! Dedicados aos cuidados aos pacientes nunca olharam que todas as profissões possuem leis que definem suas obrigações e direitos.

O projeto de lei está tramitando entre câmara e senado desde o ano de 2002. Vejam são mais de dez anos. As outras profissões da área de saúde são treze no total, fazem movimento no sentido da não aprovação da lei do ato médico. Ou dificultam a permanência de alguns artigos.

É interessante. Antes de se falar em lei do ato médico tudo cursava da forma mais simples possível, porém foi só querer por o ato no papel apareceram várias intercorrências e o pior um verdadeiro rasga rasga de interesses sem a mínima consistência.

A ideia definida no ato médico é de manter o que já existe sem tirar nem por.

Não necessita a medicina de mais encargos, pois já tem uma grande quantidade, porém não pode abrir mão de atos que se passados para outra área irão prejudicar e com riscos grandes os pacientes e sua saúde.

Há muito tempo um amigo em conversa sobre os desencontros causados pelo processo do ato médico falava numa forma de resolver todos os entraves: toda a área de saúde faria o mesmo curso que medicina e as várias (treze) outras profissões seriam especialidades derivadas do curso médico.

Parece simples. Será que funcionaria? Fica a pergunta.