Blog do Dresch

13 de junho de 2016

Indústrias escolhem Alagoas

                   Atualmente existem 17 indústrias em processo de instalação em Alagoas, em diversos polos e que devem gerar mais de 2,4 mil empregos diretos quando estiverem em operação. A informação é do Secretário do Desenvolvimento Econômico e do Turismo, Helder Lima, que justifica a procura dos empresários em função do Programa de Desenvolvimento Integrado de Alagoas (Prodesin), que torna o estado como o de melhor atrativo do Nordeste, no que se refere ao regime tributário para a instalação de novas indústrias.

O atrativo de Alagoas 2

                   De acordo com um levantamento feito pela Secretaria, o investimento das indústrias, juntas, representa mais de R$ 1 bilhão. Entre elas vale destacar a Duratex, indústria de base especializada em MDP e MPF que deverá alavancar a produção de móveis planejados em Alagoas. “Diante do atual cenário econômico brasileiro, o desenvolvimento do nosso estado reclama por uma interface cada vez maior com a questão tributária. O novo Prodesin cumpre esta função, tem se mostrado bastante competitivo e desta forma conseguimos enfrentar a crise nacional” explica Helder Lima.

Hotéis defendem o jogo

                   O lobby pela legalização do jogo no Brasil continua agindo firme e forte e avalia que talvez este seja o momento ideal para novas investidas. Um estudo do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) mostrou que a regularização do jogo pode representar um mercado de R$ 55,2 bilhões por ano, com estimativa de arrecadação em torno de R$ 16,5 bilhões, sem prejuízo para o contribuinte. Atualmente a legalização dos cassinos, do jogo do bicho, e de jogos na internet está em discussão através de dois projetos, um no Senado e outro na Câmara. O Presidente da Comissão de Turismo da Câmara, deputado Herculano Passos (PSD/SP) se diz confiante na aprovação de uma nova legislação que torne estes jogos legais no país. Para ele este é o momento de se definir o marco regulatório dos jogos, pois acredita que a maior parte dos parlamentares defende a legalização. Passos reconhece que existem posições contrárias ao projeto, mas rebate as críticas considerando que todas elas podem ser discutidas e se chegar a um ponto comum. Outro defensor da legalização, o professor e deputado Sérgio de Oliveira (PSD/PR), que é Foz de Iguaçu, alega que o Brasil perde muita receita com a ida de brasileiros para jogar em cassinos de países como o Paraguai e na Argentina. Outro fator alegado pelos defensores dos jogos é que o setor possa gerar de imediato  150 mil empregos diretos. Atualmente, dizem alguns parlamentares, só o jogo do bicho emprega cerca de 350 mil pessoas, sem garantia trabalhista nenhuma, porque não existe o registro profissional e o Estado não reconhece o jogo como uma atividade legal.

 

Ipiranga expande rede

                   Um comunicado confirmando a negociação, mostrou que a Distribuidora de Combustíveis Ipiranga, comprou, por R$ 2,168 bilhões, a concorrente Ale, quarta maior empresa do setor. Com a aquisição, a Ipiranga passa a deter 18% dos postos de gasolina do país, se aproximando da Petrobrás Distribuidora, que tem 19,4%, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Fundada há 20 anos, a Ale, tem mais de 2 mil postos em todo o país, além de dez bases de distribuição. No ano passado vendeu 4,3 bilhões de litros, gerando uma receita de R$ 11,4 bilhões.

Ipiranga expande rede 2

                   A Ipiranga tem hoje  7.241 postos e no ano de 2015 vendeu 25,7 bilhões de litros de combustível. O mercado brasileiro de combustíveis é dominado por três empresas: BR, Ipiranga e Shell, que juntas controlam 67,1% das vendas de gasolina em todo o país e 77,1% de diesel. Segundo o Grupo Ultra, controlador da Ipiranga, a empresa Ale tem uma dívida de R$ 737 milhões, que será deduzida do valor total da operação. O valor a ser pago aos vendedores dependerá também da posição de caixa da companhia e do endividamento na data do fechamento da operação.

143 mil inscritos no Enem

                   Alagoas registrou 143.757 inscrições no Exame Nacional de Ensino Médio, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) órgão do Ministério da Educação. Em todo o Brasil foram 9,2 milhões de inscritos. No ano passado, foram 137 mil inscritos no nosso estado. Alagoas, entre os estados nordestinos, superou apenas Sergipe (118.996 inscrições). A Bahia foi o estado líder com 664.701 estudantes inscritos segundo o Inep.

Uma nova maternidade

                   Maceió vai ganhar, nos primeiros meses do próximo ano uma

Maternidade de Risco Habitual. O anúncio foi feito pelo governador Renan Filho após audiência com o Ministro da Saúde,  Ricardo Barros. A obra está orçada em R$ 30 milhões que serão liberados pelo governo federal com uma contrapartida de R$ 5 milhões por parte do Estado. A unidade terá 113 leitos, sendo dez de UTI adultas, mais três enfermarias Canguru e 30 clinicas, além de nefrologia e atendimento de Cuidados Intermediários. O Governo ainda pretende erguer em Maceió o Hospital Metropolitano, para melhorar a qualidade no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde.

 

  •  A partir do próximo dia 30 as lâmpadas incandescentes não serão mais vendidas no Brasil. Os estabelecimentos importadores e os fabricantes serão fiscalizados pelo Inmetro, que multará os que não atenderem á legislação.
  • A restrição foi estabelecida em portaria governamental de 2010, e tem como objetivo minimizar o desperdício de energia elétrica.
  • Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. Se for uma lâmpada de LED, a economia sobe para 85%.
  • A proibição das vendas de incandescentes começou no  Brasil em 2012, com a exclusão do mercado de lâmpadas com potência acima de 150 watts. Depois foi a vez de lâmpadas e de 60W e 100W, já em 2013. O processo de substituição termina em 30 de Junho com unidades de potência inferior a 40W.
  • Segundo o Ministério das Minas e Energia vários países já utilizam opções mais econômicas e duráveis como o LED. Como China, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Austrália, Argentina, Venezuela e União Europeia.