Blog do Dresch

7 de junho de 2016

Novos negócios superam a crise

                   A Agência de Fomento de Alagoas – Desenvolve – pode chegar a 300 liberações de linhas de crédito neste primeiro semestre de 2016, mostrando que o apoio aos novos empreendimentos ou a expansão dos já existentes é o compromisso do Governo do Estado, A afirmação é do diretor-presidente da Desenvolve, Rafael Brito, que fala com orgulho do trabalho de apoio a todos os segmentos, possibilitando o acesso a linhas de crédito com juros abaixo dos cobrados no mercado e proporcionando a ampliação dos pequenos negócios em todo os sentidos.

Apoio ao empreendedor 2

                   Segundo Rafael Brito a determinação repassada pelo governador Renan Filho é garantir possibilidades a cooperativas de crédito e de produção, facilitando a aquisição de equipamentos, gerando novos negócios e consequentemente melhorando a renda e a abertura de novos empregos. “O pequeno ou médio empreendedor que quiser acesso a uma linha de crédito, basta acessar o site da Desenvolve, visualizar a linha de crédito que mais lhe atender no seu negócio, ver documentos necessários e consolidar o apoio necessário”. Segundo ele a Desenvolve está aberta a todos os empreendedores de pequeno e médio porte, sempre com intuito de superar a crise e criando novas oportunidades de negócios.

O Dia D de Cunha

                   Hoje é o dia da discussão e votação, pela Comissão de Ética da Câmara dos Deputados do parecer que pode resultar na perda de mandado do presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O Conselho chega à reta final com oito mudanças na sua composição de 21 membros, mudanças consideradas estratégicas para abrandar a pena que pode ser imposta ao deputado. A expectativa maior fica por conta do voto da deputado Tia Heron (PRB-BA) que substituiu o deputado Fausto Pinato (PRB-SP) que defendeu as investigações contra Cunha e manifestava claramente a possibilidade de votar pela condenação do presidente por Falta de Decoro. Cunha teria mentido na CPI da Petrobrás afirmando que não detinha nenhuma conta corrente em bancos internacionais, sendo desmentido pelo Ministério Público da Suíça que encaminhou documentação de várias contas de Eduardo Cunha, sempre abastecidas com dinheiro de propina e com gastos monumentais da sua esposa Claudia Cruz e da sua filha. Também pesa contra Cunha as acusações feitas pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo abertura de inquérito por recebimento de propina nos desvios da Petrobrás. Segundo a Rede Globo, o placar da Comissão de Ética aponta 10 votos a favor de Cunha e nove contrários, faltando o voto da deputada Tia Heron, que pode empatar a decisão, ficando a decisão para o presidente do Conselho, José Carlos Araújo (PR-BA) absolutamente contrário a Cunha. Caso a deputada vote contra o parecer, garante a vitória de Cunha, deixando o placar em 11 a 9.

 

Suíços rejeitam salário

                   Através de um plebiscito, os cidadãos suíços rejeitaram, no último Domingo (5) a proposta do governo conceder um salário mínimo básico de 2.500 francos suíços mensais (quase R$ 10 mil). O salário seria pago a todos os moradores do país, sem exceção. Jovens e crianças receberia 625 francos (pouco menos de R$ 3 mil). A rejeição alcançou cerca de 78%. O projeto prometia garantir “uma vida digna e participação na vida pública, inclusive aos que não exercem nenhuma atividade lucrativa”.

Suíços rejeitam salário 2

                   A iniciativa de pagar um salário partiu de um grupo de cidadãos independentes, e o governo e o parlamento já havia se manifestado contra o mesmo, dizendo que os cofres públicos não aguentariam o rombo. Na teoria a medida garantia que, sabendo que contam com uma renda básica mensal, as pessoas seriam livres para escolher suas profissões, trabalharem como voluntárias e até se dedicarem ás suas famílias. A proposta foi proposta originalmente em 1516 pelo britânico Thomas Moore, no seu livro “Utopia”.

Contra a Escola Livre

                   Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) assinada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores de Estabelecimentos de Ensino pedindo a suspensão imediata da Lei estadual que criou a Escola Livre, foi impetrada no Supremo Tribunal Federal. Desde que foi promulgada pela Assembleia Legislativa  a lei tem sido alvo de diversos questionamentos, por entidades, associações, sindicatos, universidades e outras entidades ligadas ao setor educacional. Até mesmo, na própria Assembleia tramita um projeto, de autoria do deputado Ronaldo Medeiros (PMDB) que pretende anular a lei, considerada antes de tudo, completamente inconstitucional.

Contra a Escola Livre 2

                   A ação no Supremo tem como relator o ministro Roberto Barroso, que ainda não deu um parecer a respeito, Entre os inúmeros argumentos que justificam a ADI a Confederação cita que a lei estadual afronta tratados internacionais, dos quais o Brasil é signatário, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Pacto Internacional dos Direitos Civil e Políticos e o Pacto de São José da Costa Rica. Além dos acordos internacionais que versam obre a questão educacional a Lei da Escola Livre confronta  diversos artigos da Constituição Federal do Brasil e outras leis que regem o ensino no país.

  

  •     Muhammad Ali, ou Cassius Marcellus Clay Jr., foi um verdadeiro herói dos tempos modernos. Fosse dentro do ringue, ou manifestando sua posição social ou política, Ali mostrou a importância do atleta posicionar-se diante dos fatos do mundo, como fator de influência de gerações.
  • Ali apareceu para o mundo ao ganhar a medalha de ouro na Olimpíada de Roma de 1960, com 18 anos, na categoria meio pesado (hoje inexistente). No ano seguinte, já como herói americano, viu que as coisas não eram bem assim.
  •  Em uma lanchonete no sul dos EUA ao pedir um hambúrguer e uma Coca-Cola, não teve o pedido atendido por causa da cor da sua pele. Não teve dúvida: foi até a ponte sobre rio que corta a cidade de Louisville e jogou fora a medalha.
  • Pelo menos essa é uma das diversas histórias que transformaram o pugilista em um mito. Ele nunca contou direito esta história, porque, como era do seu feitio, gostava de extravasar e exagerar seus atos.
  • Nascia ali o símbolo maior da causa negra, do anti-racismo, do campeão consciente que enfrentava o sistema, a opressão racial, a política que menosprezava os negros norte-americanos.
  • Cassius Clay, ou Muhammad Ali, seu nome muçulmano, fez história e mostrou ao mundo o valor do esporte e o que ele pode causar.