Blog do Dresch

14 de Maio de 2016

As mulheres como diáconos da Igreja

               A possibilidade das mulheres atuarem como diáconos da Igreja Católica, foi levantada pelo Papa Francisco, que anunciou a criação de uma comissão para analisar a possibilidade da introdução feminina na função. Hoje, os diáconos podem fazer pregações, celebrar batismos, casamentos e funerais, mas ainda não podem rezar missas. Durante um encontro com 900 líderes de congregações religiosas femininas, o papa foi questionado sobre uma eventual abertura para criar a citada comissão. Francisco disse que concordava e aceitava a criação, e que seria útil para esclarecer a questão.

As mulheres e a Igreja 2

                   Questionado pela Agência France Press, o porta-voz do Vaticano, padre Frederico Lombardi, não quis confirmar a informação, à espera de detalhes sobre as declarações do Papa. Há muito tempo que o diaconato é uma etapa para o sacerdócio, mas o Concílio Vaticano II (nos anos 60) restaurou o diaconato permanente, acessível a homens casados, que muitas vezes compensam a falta de sacerdotes ou ajudam quando estão sobrecarregados. O papa Francisco defendeu em várias ocasiões o desejo de resolver a grande desigualdade existente entre homens e mulheres na Igreja.

O risco da Ciência

                   A decisão de o presidente interino Michel Temer em fundir o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação com Comunicações, acarretou reação imediata de 13 entidades ligadas á área científica. Um documento intitulado “O MCTI é o motor do desenvolvimento nacional” assinala que a fusão é uma medida artificial que vai prejudicar o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação no país, além de que pode comprometer as políticas públicas do setor. O documento é assinado pela Academia Brasileira de Ciências (ABC), pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) entre outras entidades e justifica a preocupação com a fusão da pasta, porque a agenda do MCTI é baseada em critérios de mérito científico e tecnológico, com programas desenvolvidos e avaliados por comissões técnicas, enquanto que os procedimentos do Ministério das Comunicações envolvem “relações políticas e práticas de gestão distantes da vida cotidiana do MCTI”. Garantem ainda as entidades, que as missões dos dois ministérios não são compatíveis, e que enquanto as atividades da área da comunicação incluem concessões e fiscalizações, as atividades do MCTI envolvem fomento a pesquisas, estimulo á inovação tecnológica em empresas, além de ser responsável por duas dezenas de institutos de pesquisa. O documento mostra ainda o desenvolvimento do Brasil na área, que há duas décadas ocupava o 33º lugar no ranking mundial e agora é citado em 13º lugar e que atualmente todos os estados contam com secretarias de ciência e tecnologia.

 

Vacinação dentro da meta

                   Até a última quinta feira (12), 361.320 pessoas já haviam sido imunizadas contra a gripe Influenza, atingindo um percentual de 56,76%, segundo informou a Secretaria de Estado da Saúde. A vacinação teve inicio no último dia 25 de Abril e prosseguirá até dia 20 deste mês, quando se-espera atingir a meta de vacinar 636.571 pessoas em Alagoas, dentro dos grupos considerados prioritários para o Ministério da Saúde. A vacinação acontece nos centros de saúde e em alguns locais de grande fluxo de pessoas, como algum shopping centers e supermercados da capital.

Vacinação dentro da meta 2

                   Segundo a Secretaria de Saúde, nestes primeiros 18 dias de campanha, as equipes das Secretarias Municipais de Saúde já imunizaram 120.296 crianças de seis meses até cinco anos de idade (49,52%); 57.210 trabalhadores da área da saúde (100,31%); 19.592 gestantes (50,45%); 4.171 puérperas (65,38%); 4.739 indígenas (43,49%) e 154.926 idosos com 60 anos ou mais (55,23%).  Ainda de acordo com a Sesau, 38 municípios alagoanos estão com cobertura menor que 50% e 64% os municípios com imunização entre 50% a 80%. Jequiá da Praia tem o maior índice até agora (77%), e Batalha o menor (16%).

Como morrem os jovens

                   Um estudo inédito elaborado por pesquisadores na Universidade de Washington revelou que a violência entre as pessoas, os acidentes de trânsito e a automutilação tem impacto substancial na vida de jovens brasileiros. A pesquisa fez parte de um levantamento sobre os principais motivos de morte ou de comprometimento da saúde entre adolescentes, e foi divulgado pela revista médica britânica The Lancet. Segundo a pesquisa, elaborada com dados de 2013, no Brasil a violência entre pessoas lidera o numero de mortes de jovens entre 15 a 24 anos, enquanto que os acidentes de trânsito respondem pelo maior numero de mortes entre adolescentes de 10 a 14 anos.

Como morrem os jovens 2

                   A automutilação ocupa o terceiro lugar no ranking das causas de morte entre jovens de 20 a 24 anos. Diferente de outros países, o uso abusivo de drogas não esta entre as principais causas de morte dos jovens, aparecendo somente em oitavo lugar. Distúrbios depressivos e ansiedade foram elencados entre os cinco principais fatores que prejudicam a saúde, principalmente das meninas em todas as faixas etárias. Entre outros fatores listados na pesquisa está o consumo excessivo de álcool e a violência provocada por parceiros, que representa o segundo principal risco de morte entre mulheres jovens de 15 a 24 anos,

 

  • O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da cidade de Maceió apresentou em Abril, uma variação geral de 0,55%, sendo que o setor que apresentou a maior variação foi a Comunicação, com 2,01%, seguido da Saúde e Cuidados Pessoais, com um aumento de 1,68%.
  • No caso da Comunicação, o aumento se explica pela elevação dos preços cobrados em aparelhos celulares e por conta do pacote da internet.
  • No segmento da saúde, a elevação foi bem maior nos medicamentos como analgésicos e antitérmicos que tiveram uma variação de 12,49 %.
  • Os produtos apontados como os que tiveram as maiores baixas no período foram, a carne em conserva (-0,48%) e a energia elétrica residencial com uma redução de 0,31%.
  • Entre os produtos que compõem a cesta básica do maceioense, a maior variação ficou por conta do feijão, do tomate e da carne que têm oscilado bastante em função de condições climáticas e da produção.
  • A cesta básica do maceioense também teve uma variação em Abril de 0,55%, totalizando um acumulado no ano na ordem de 3,26% neste ano de 2016.