17 de Março de 2016

Fratura por estresse.

Descrita em 1855 em soldados. Seria fratura da marcha. Com a radiografia quarenta anos depois foi confirmada. Em 1958 foi feito o primeiro relato em atletas.

Os atletas corredores, militares e dançarinos são as principais vítimas da fratura do estresse.

Os ossos mais atingidos são os dos membros inferiores e a coluna. Os esportes de maior impacto e pressão são os mais propícios.

As mudanças de piso. As mudanças de programas de exercícios. Os excessos. As inabilidades. O uso indevido de alimentação e complementos alimentares.

Dores em atletas que não cedem por mais de três semanas devem ser examinadas com maior cuidado.

Radiografias não conseguem visualizar com precisão a fratura. Pode detectar tardiamente quando já existe calo ósseo.

Cintilografia óssea, tomografia computadorizada e ressonância são exames mais efetivos e estariam indicados inicialmente.

Dependendo da extensão da lesão o tratamento pode ser conservador chegando até a cirurgia.

Entre os tratamentos mais recentes podemos citar o tratamento por ondas de choque associado com bisfosfonatos.

O melhor é prevenir! Evitar excessos. Exemplos: atleta está acostumado a fazer corrida de cinco quilômetros. Porque ficou uma semana sem correr vai fazer uma corrida de vinte quilômetros.

Cuidado!

Observação: alguns dados copilados da RBO volume 51 número 01 páginas 3 e 4.