24 de Fevereiro de 2016

A evolução no mundo.

Tudo evolui nós sabemos. Para o bem ou para o mau.

Ficamos preocupados quando a evolução toma direções ou rumos que parecem sem norte.

Explico: como se fosse uma manada desgovernada seguindo um animal que se posicionou na frente de todos, porém sem ser o verdadeiro líder.

A liberdade é a maior conquista. A maior arma que a humanidade conseguiu em sua evolução. Entretanto se essa liberdade for usada de forma transversa poderá no futuro ser considerada involução.

Exemplo melhor do que uma fila não há. Acontece que mesmo tendo a fila dos idosos, gestantes e pessoas com filhos menores o que vemos acontecer? Mães levarem os filhos com o intuito de utilizar o benefício. As vagas de deficientes e idosos serem usadas por pessoas inabilitadas para as mesmas. Desculpas? As mais variadas possíveis.

A orientação sexual. Estamos chegando, parece a um nível que ser hétero não é correto. Ser diferente, diverso é errado.

A música. Ouvimos hoje melodias que doem nos ouvidos. Que não apresentam letra ou rima, porém são apresentadas pela mídia como o sucesso do carnaval.

Qualquer figura que emerge e consegue algum espaço de fama seja na música, no esporte ou na arte recebe adjetivos de excepcional, fantástico e por aí vai. Temos até um vídeo de Ariano Suassuna que pergunta qual o adjetivo que será dado então ao Rui Barbosa?

Na politica juntamente com a saúde vemos hoje um mosquito macho ou fêmea, não mosquita, fazendo uma revolução. Pois até o exercito é posto na rua para seu combate. Que evolução é essa que para combater um pequeno inseto temos que chamar os militares?

Então a evolução não chegou à área dos políticos e principalmente em Brasília onde reside o poder maior do País. O mosquito velho egípcio existe a mais de cinquenta anos desde quando da febre amarela e Osvaldo Cruz.