Futebol

11 de Fevereiro de 2016

Quarto e quinto árbitros precisam ter mais atenção

A exemplo de alguns jogos no Campeonato Alagoano, ontem no jogo Coruripe 1 x 2 ASA, pela quinta rodada da competição, a Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol (Ceaf), designou dois árbitros administrativos, ou seja, o quarto e o quinto árbitros, evidentemente para que os mesmos pudessem desempenhar suas respectivas funções de forma brilhante e que os mesmos ajudassem corretamente nos procedimentos adotados durante a partida.

Pois bem, de um lado próximo ao banco de reservas do ASA estava Raquel Ferreira Barbosa e próximo ao banco de reservas do Coruripe estava Sinvaldo Valério Cândido, ambos quarto e quinto árbitros.

Em um determinado momento do segundo tempo, após o Coruripe sofrer o segundo gol, o técnico Jaelson Marcelino foi expulso da partida por reclamação. O mesmo deveria sair ou ser retirado do campo de jogo. Situação que não ocorreu, pois o técnico do Coruripe apenas saiu do banco de reservas e ficou durante o restante da partida na “casa mata” central que dá acesso ao campo de jogo sem ser incomodado ou convidado de fato a se retirar do campo.

A meu ver, isso que ocorreu ontem no estádio Gerson Amaral foi um erro gravíssimo dos árbitros administrativos que não estavam prestando atenção devidamente nos procedimentos a serem realizados na partida.

A disponibilização de cinco árbitros em uma partida fica claro que gera uma despesa a mais. No entanto, não adianta quantidade, o ideal é termos qualidade e profissionais mais empenhados e que tenham total atenção no que ocorre antes, durante e após as partidas para não manchar e não dar margem para gerar polêmica.