Blog do Dresch

10 de Janeiro de 2016

Novas lojas de varejo da construção

                   O setor do varejo da construção deverá ganhar neste ano mais duas novas lojas de porte, que devem gerar algo em torno de 400 empregos diretos, segundo revelou o secretário do Trabalho e Emprego, Rafael Brito. As empresas citadas são a alagoana Carajás que vai abrir o seu Centro de Distribuição, e a multinacional francesa Leroy Merlin, integrante do grupo ADEO. Considerado o segundo maior do mundo no setor. Rafael Brito destacou a importância da instalação das duas novas lojas, pela geração de empregos e também pela confiança em Alagoas.

Gerdau defende o ajuste

                   Após uma reunião com o Ministro da Fazenda Nelson Barbosa, o empresário Jorge Gerdau Johampeter, fundador do Movimento Brasil Competitivo, disse que não há como o governo deixar de lado o ajuste fiscal. Para ele, a medida é uma realidade numérica que tem que ser feita. “Sem o ajuste fiscal não se resolve nenhum problema. De outro lado, esse posicionamento de crescimento talvez receba um pouco mais de prioridade com o ministro Nelson Barbosa” afirmou o empresário. Segundo Gerdau, Barbosa tem condições de fazer as duas coisas: o ajuste e levar o país ao crescimento. “O ministro, pela experiência de trabalho, tem condições de fazer esta conjugação do balanceamento do ajuste fiscal com o crescimento econômico. Ele poderá dar uma contribuição importante” defendeu. Gerdau não quis comentar se a sua visita ao ministro significava uma posição de apoio dos empresários ao ministro, após a saída do ministro anterior Joaquim Levy. Gerdau explicou dizendo que existem várias posições entre os empresários e os agentes do mercado financeiro. “O mais importante é que o Brasil e os políticos se conscientizem da importância do ajuste fiscal. O tema amadureceu no Brasil, não só a nível federal, mas principalmente entre os governos estaduais que estão com dificuldades iguais ou maiores, da mesma forma que as prefeituras. Sem uma gestão de ajuste fiscal correta, você inviabiliza o país” acrescentou. Gerdau afirmou também que pretende trabalhar em conjunto com o governo na perspectiva de retomada do crescimento e na continuidade do ajuste fiscal. Sem dar detalhes, disse ter tratado com o ministro de vários assuntos importantes.


Enterrado, mas não morto

                   Em reunião realizada esta semana em Brasília, o ex-presidente Lula recomendou a presidente Dilma Rousseff a aproveitar o mês de recesso do legislativo, para divulgar medidas de estímulo à economia, recuperar o protagonismo político e buscar a recomposição da base aliada. Para Lula, o impeachment “esta morto, mas não enterrado” e Dilma deve convencer a população de que precisa de um voto de confiança para retomar o controle da pauta política e econômica.

Enterrado, mas não morto 2

                   Lula aconselhou a presidente a agir rápido para reverter o clima de pessimismo e precisa viajar mais e visitar os locais onde o PT sempre foi bem votado. A ideia é que Dilma sempre dê entrevistas nestes locais, faça entrega de moradias do Minha Casa Minha Vida e retome as visitas à transposição do Rio São Francisco. Sugeriu ainda que a presidente chame deputados e senadores para conversas assim que eles retornarem á Brasília. Embora o recesso somente termine em 1º de Fevereiro, muitos parlamentares retornam antes à capital federal.

Uma ponte difícil

                   A ponte binacional que liga a cidade de Oiapoque no Amapá, a St. Georges, na Guiana Francesa deve ser inaugurada até Junho. A obra, que foi concluída há quatro anos e meio, ainda não foi entregue porque passa por questões políticas e estruturais. O posto aduaneiro, no lado brasileiro, ainda não foi construído. De acordo com o governo do Amapá, caso as providências necessárias sejam tomadas, a ponte será entregue no fim deste semestre. Faltam as instalações da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Federal, do Ibama, das receitas federal e estadual, todas no Pátio aduaneiro e fiscalizatório brasileiro.

Uma ponte difícil 2

                   Em relação às questões políticas, alguns tratados entre Brasil e França também travam a abertura da ponte. Segundo o Itamaraty, a Assembleia Nacional francesa ainda precisa acordos de transporte rodoviário e circulação transfronteiriça de bens e subsistência entre os dois países. O projeto de construção da ponte foi feito pelos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Jacques Chirac em 1997, mas a obra somente foi concluída em 2011, mas nunca foi aberta a circulação. A ponte é suspensa por cabos, com 378 metros de comprimento e custou R$ 61 milhões, sem as obras do pátio aduaneiro, que estão orçadas em R$ 13,6 milhões.

Cursos gratuitos de artes

                   O Centro de Belas Artes (Cenarte) da secretaria de Cultura do Estado abre nesta segunda (11), as matrículas para diversos cursos de artes para novos alunos. Serão ofertadas aulas gratuitas nos cursos de Balé, Dança Afro, Expressão Corporal, História da Arte, Teoria Musical, Teatro, Instrumentos de Sopro e Teclado. Os interessados e fazer parte das turmas devem comparecer ao Cenarte, na Rua Pedro Monteiro (Centro) com a documentação necessária. As matrículas para Balé, Dança Afro e Expressão Corporal vão de 11 a 15 de Janeiro. Para História da Arte, Teoria Musical e Teatro, de 18 a 22 de Janeiro e para Instrumentos de Sopro e Teclado entre os dias 26 a 29. As aulas começam dia 15 de Fevereiro.

 

  • Segundo os registros da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, 333 denúncias de violência contra idosos em Alagoas foram contabilizadas somente no primeiro semestre do ano passado, através do Disque 100.
  • Os casos foram assim especificados: 134 casos de negligência; 75 de violência psicológica; 39 de violência física; 1 caso de abuso sexual e 84 denúncias de abuso financeiro e violência patrimonial.
  • Em todo o país foram registrados pelo Disque 100, mais de 27 mil denúncias de violência contra a pessoa idosa. Negligência é o caso mais comum, seguido de violência psicológica e física.
  • Os números mostram que a cada hora, dois idosos sofrem algum tipo de violência no Brasil.
  • O maior problema, de acordo com as autoridades, é que a violência praticada contra a pessoa idosa é um crime difícil de combater, porque na maior parte das vezes o agressor é um familiar, ou alguém que reside com a vitima, ou mesmo que tem a incumbência de cuidar do idoso.