Roberto Baia

17 de dezembro de 2015

Primeira infância

O obstetra Newton Tomio Miyashita, do Hospital Amparo Maternal de São Paulo, está em Arapiraca para participar de formação profissional acerca da humanização do parto e o programa primeira infância- o Agapi.

O especialista esteve no gabinete da prefeita Célia Rocha, acompanhado da secretária de Planejamento, Cícera Pinheiro, e da coordenadora do Programa Arapiraca Garante a Primeira Infância (Agapi), Gineide Castro.

 

Conhecimentos

Newton Tomio Miyashita está repassando conhecimentos técnicos para profissionais de saúde e outros servidores municipais, tendo como local o auditório do CRIA, ao lado do Centro Administrativo Municipal.

A formação foi dividida em dois períodos, das 8h30 ao meio-dia, e das 13h30 às 17 horas.

 

Referência

Desde o ano de 2013 que o município de Arapiraca vem desenvolvendo uma série de ações para o fortalecimento da primeira infância, com apoio a gestantes e famílias em 11 comunidades.

O programa é referência em Alagoas e tem despertado a atenção de autoridades para criação de uma rede estadual de apoio à primeira infância.

 

 

Curso de direito

Foi divulgado na quarta-feira (16) no Diário Oficial do Estado, a convocação da sessão do Conselho Universitário (Consu) da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), que foi realizada na manhã de quinta-feira (17). Entre as pautas, foi votada a criação do curso de direito em Maceió.

 

Sem explicação

A sessão seria realizada no último dia 2, no entanto, os estudantes alegam que foi cancelada sem explicação alguma. Em oposição a esta atitude, os discentes emitiram uma nota de repúdio contra os gestores da instituição e classificaram o feito como desrespeito, pois com intuito de participar da sessão, os estudantes se articularam, mas foram pegos de surpresa com a sala vazia. O cancelamento não foi publicado no Diário Oficial, nem no site da instituição.

 

São contra

Os estudantes são contra a criação do curso de direito em Maceió, pois consideram que não é o momento de expansão, já que o curso passa por situações de precariedade como a carência de professores, inexistência de biblioteca setorial e falta de estrutura tanto no campus de Arapiraca quanto no campus de Maceió.

 

Fecha os olhos

De acordo com o coordenador do Centro Acadêmico, Kelven Muniz, a precariedade do curso se arrasta há anos, mas a gestão fecha os olhos para a situação.

“A instituição não procura os estudantes para conversar, não existe diálogo. Já foi solicitada audiência com os gestores e eles tentam ignorar os estudantes na busca de uma solução. Os alunos propõem é que exista a possibilidade de diálogo. Estamos focando no momento não só na possível abertura de um curso, mas na precariedade em que se encontra a graduação do campus I”, frisou.

 

Estão cansados

Na manhã do dia primeiro de dezembro os discentes foram a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subsecção de Arapiraca, para expor a situação à presidente da entidade, Cláudia Lany Virtuoso. “Estamos cansados de solicitar soluções no âmbito interno da universidade e resolvemos procurar os órgãos competentes que podem nos auxiliar”, ressaltou Kelven.

 

Documento

Os alunos entregaram um documento contendo tudo que vem ocorrendo na instituição. Cláudia Lany se solidarizou com os estudantes e afirmou que mesmo estando em período de transição, irá fazer o que estiver ao alcance da entidade para que os estudantes tenham condição digna de ensino, como manda a Constituição Federal.

 

Diálogo

“A OAB se propõe a ajudar no que for possível. A vinda dos alunos aqui só denota responsabilidade e preocupação em fazer um curso pleno, para que cheguem ao mercado profissionais qualificados. É importante a busca pelo diálogo”, Frisou.

 Orientados pela presidente da OAB, ainda no último dia 1, o discentes também levaram um documento ao Ministério Público Estadual (MPE), expondo toda situação da Universidade.

 

Cultura da soja

A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura (Seagri) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentaram, na terça-feira (15), na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Alagoas (Faeal), os resultados dos experimentos realizados com a cultura da soja em Alagoas em 2015.

 

São Miguel

A apresentação foi feita pelo pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Sérgio Procópio, a partir dos dados reunidos na unidade de pesquisa instalada uma área de 30 hectares no município de São Miguel dos Campos, de propriedade do empresário Edilson Maia.

 

… No local, foram plantados 48 cultivares de soja. O pesquisador apontou as diferenças nos resultados com sementes resistentes a herbicidas e pragas, variações hídricas e debateu questões como a importância do nivelamento do solo para minimizar perdas na colheita.

 

… Depois da palestra técnica, os integrantes da Comissão de Soja, que faz parte do Programa de Incentivo à Produção de Grãos executado pelo Governo do Estado, por meio da Seagri, debateram o planejamento de ações para o ano de 2016.

 

… De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Álvaro Vasconcelos, a expectativa do Governo é de que haja um crescimento exponencial do plantio de soja em Alagoas.