Olívia Cerqueira

3 de dezembro de 2015

Estudantes do IFAL são premiados em olimpíadas nacionais e internacionais de conhecimento

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Givanildo Lima e Leonardo Marinho: Melhor desempenho nas olimpíadas de Matemátic

 


Gabriela Rodrigues – Jornalista

Assessoria de Comunicação

IFAL – Campus Maceió

 

Matemática, física, astronomia e astronáutica, robóticas, foguetes: O conhecimento em ciências exatas e suas inovações parece não ter limites para jovens estudantes que receberam no IFAL – Campus Maceió, medalhas por participações em olimpíadas nacionais e internacionais de conhecimentos, realizadas ao longo do ano de 2015.

Os estudantes são alunos de ensino médio do Instituto Federal de Alagoas – Campus Maceió e se destacam pelas repetidas conquistas em eventos de repercussão internacional, como as olimpíadas

Canguru de Matemática (promovida pela Austrália) e Matemática Sem Fronteiras (promovida pela França), envolvendo estudantes de diversos países, e as olimpíadas nacionais, como a Olimpíada Brasileira de Matemática, Mostra Brasileira de Foguetes, Olimpíada Alagoana de Matemática, Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, além da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. 

Em todas estas, alunos do Campus Maceió conquistaram medalhas. Só na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, foram quatorze, sendo três de ouro, seis de prata e cinco de bronze.

Os estudantes Graça Regina de Almeida e Igor Hutson obtiveram as notas mais altas (nove) dentre todos os estudantes inscritos na competição, que envolve conhecimentos em ciência, física e matemática.

Já na olimpíada Matemática Sem Fronteiras, de âmbito internacional, cinco estudantes do IFAL Maceió obtiveram a medalha de ouro, e outros cinco a de prata, conquistadas em uma competição que envolve jovens do mundo inteiro.

Esta olimpíada é a edição brasileira da chamada Mathématiques Sans Frontières, competição criada em 1990 na França pelas instituições Inspection Pédagogique Régionale de Mathématiques, IREM (Institut de Recherche sur l’Enseignement des Mathématiques) e Académie de Strasbourg, e atualmente, além de brasileiros, envolve estudantes da Áustria, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Egito, Emirados Árabes Unidos, Equador, França, Alemanha, Jordânia, Índia, Itália, Letónia, Líbano, Madagáscar, Polónia, República Checa, Reino Unido, Roménia, Rússia, Eslovénia, Espanha, Suécia, Suíça, Tunísia, Turquia, Hungria e os Estados Unidos.

Premiações

Além das competições em Astronomia e Astronáutica e da Matemática sem Fronteiras, os alunos do Campus Maceió foram premiados pelo sucesso na Mostra Brasileira de Foguetes (com três medalhas de prata e cinco de bronze), Olimpíada Australiana Canguru de Matemática (com duas de prata e três de bronze), Olimpíada Alagoana de Matemática (com uma de ouro de três de bronze) e Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (com uma de prata e uma de bronze, e menções honrosas a estudantes que se destacaram).

 O “quadro de medalhas” do IFAL Campus Maceió não pára de crescer, e já coloca a instituição no patamar da escola mais premiada em olimpíadas de conhecimento nos últimos treze anos.

Tímido e bastante reservado, o aluno Leonardo da Silva Marinho, aos 13 anos já é considerado uma referência em Matemática dentro do Instituto Federal. Só neste ano, Leonardo já inclui em seu currículo a medalha de ouro da Olimpíada Alagoana de Matemática, além das duas medalhas de prata nas olimpíadas Canguru e Matemática sem Fronteiras, e outras duas de bronze: na Olimpíada de Astronomia e Astronáutica e na Mostra Brasileira de Foguetes. Focado, o estudante cursa o segundo ano do ensino médio e já almeja para o futuro “construir carreira acadêmica na área de matemática”. O vice-campeonato na Olimpíada Alagoana de Matemática também foi conquistado por um aluno do IFAL, Rafael do Nascimento, do Campus Arapiraca.

Givanildo Lima é outro destaque dentre os “futuros matemáticos” do Instituto. O estudante, bolsista do 4º ano de eletrotécnica do Campus Maceió, conseguiu repetir neste ano o feito de levar o IFAL ao vice-campeonato na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), conquistando o segundo lugar da competição, com a medalha de prata. Givanildo também conquistou o vice-campeonato na Olimpíada Canguru.

A diretora do Campus Maceió Jeane Melo, compareceu à cerimônia de entrega de medalhas, parabenizou os alunos pela dedicação, esforço, “por abrirem mão de muitas horas de lazer” e afirmou que as conquistas dos jovens orgulham muito o Instituto.

Para o professor aposentado Carlos Argolo, físico e coordenador de olimpíadas brasileiras de matemática, o sucesso do Campus Maceió em “batalhas de conhecimento” se deve à união de esforços e incentivos ao empenho dos alunos.  “Não se chega a lugar nenhum sem apoio. Mas acredito que quando a gente gosta, põe empenho, põe paixão no que faz, tudo anda. E só botar o coração que as coisas dão certo”, revela o professor.