30 de novembro de 2015

Politica.

Ouvia do meu querido avô Tonho (major Tonho – Antônio Cabral Toledo) que se político não recebesse salário ele seria vereador por Atalaia ou Maribondo.

Nunca pensei em ingressar na política partidária. Fiz durante muito tempo política dentro da minha profissão a medicina. Fui ocupante de vários cargos de maior ou menor visibilidade. Sempre por ideal corporativo ou institucional. Sempre por prazer sem pagamento em troca.

Vejo com pesar que cada vez mais os ocupantes de cargos públicos no Brasil estão enlameando a política partidária e causando danos irreversíveis ao País.

Como são desonestos os políticos brasileiros em todos os níveis! Como mentem descaradamente! Como se apropriam da coisa pública como fosse parte do patrimônio deles!

E esse partido político que foi criado como sendo a ultima coca cola no deserto e que seria a salvação da lavoura!? Que papelão fez e faz o nordestino que iria salvar o mundo! E ainda tem brasileiro (a) que defende as atitudes do partido e do seu grão ducado.

Será que não enxergam? Será que não ouvem? Não leem? Cada dia que passa as desonestidades aparecem em volume cada vez maior e com provas mais robustas.

Chegamos a um ponto crucial: um senador em pleno mandato é preso junto com um banqueiro! Preso o senador e liberado pelo senado para continuar preso! Ouçam defensores do partido que iria salvar a pátria. Ouçam os diálogos do senador que já foi até presidente de uma CPI. Que papelão!

E o pior. Quando parece surgir nova liderança como  o ex-jogador de futebol  eis que em pouco tempo o mesmo já aprendeu todas as desonestidades possíveis e imagináveis!

É parece que a luz no final do túnel é a locomotiva em sentido contrário!