3 de novembro de 2015

Relacionamento.

Vivemos sempre em contato com pessoas. Para todos os tipos de relacionamentos temos que falar, conviver, negociar com pessoas.

Existem algumas gravações que os inventores delas como bancos, cartões de crédito, empresas de telecomunicação, operadoras de telefonia etc. deveriam verifica que não adiantam para nada, pois depois que entra um ser humano é que realmente o caso irá ser solucionado. No banco, no supermercado, na lavanderia, nas lojas de departamento, enfim os atendentes são importantes e com bom relacionamento com o cliente o desenrolar de um negócio pode chegar ao final com êxito.

No relacionamento entre pessoas, seja entre amigos (as) ou nos relacionamentos afetivos é onde encontramos obstáculos maiores. Alguns são simples outros nem tanto e outros de difícil transposição.

Por quê? Ora o ser humano é racional. Tem uma cabeça que não é só para separar as orelhas. Nem tão pouco para ser exibida acima dos ombros.Você conhece uma pessoa somente quando come um quilo de sal com ela. Disse uma vez a mim um ortopedista que já faleceu. Não esqueci mais.

Realmente. Você conhece alguém que mostra um determinado aspecto de conduta no dia a dia que lhe agrada, porém com o passar dos dias, semanas, meses, o que parecia não é mais.

Faz uma determinada coisa, toma uma determinada conduta que você não imaginaria! Faz e depois vai buscar uma justificativa: ah! Surtei. Passei por isso, por aquilo e então perdoe a minha conduta. Você vai e esquece.

Passados alguns meses! Gongo! Novamente acontece, porém com um grau de intensidade maior!

O que será? O egoísmo? A vontade de mandar nas outras pessoas? A necessidade de autoafirmação? O de achar que só existe alguém que sabe realizar uma tarefa? De servir? Sim, mais para servir temos que perguntar ao outro se deseja ser auxiliado, servido!

E assim os relacionamentos iniciam, tem começo, meio e fim!