Blog do Dresch

11 de outubro de 2015

A humanidade precisa de outro planeta?

                  Nos cinema, o assunto já foi explorado diversas vezes, mas sempre como ficção. Mas na realidade, a humanidade esta verdadeiramente esgotando o seu planeta. E o alerta já foi dado pelo físico britânico Stephen Hawking, que em entrevista ao jornal espanhol El País afirmou que a sobrevivência da raça humana “vai depender da capacidade de encontrarmos novos lugares no Universo” disse. Segundo ele, o risco de que um desastre destrua a Terra é cada vez maior. “Então eu gostaria de despertar o interesse do público pelos voos espaciais. Eu aprendi a não olhar para o mundo distante e a me concentrar no presente. Ainda há muito mais coisas que eu quero fazer” disse o físico.

O fim do planeta 2

                   Na entrevista concedida ao diário espanhol, o cientista britânico foi questionado se era possível conciliar a ciência e acreditar em Deus. “Uso a palavra Deus para um sentido impessoal, assim como fazia Einstein, para me referir às leis da natureza” disse Hawking. Foi perguntado então se ele acredita que algum dia as pessoas irão abandonar a religião e Deus para explicar o Universo. “As leis da ciência bastam para explicar a origem do universo. Não é necessário invocar a Deus” concluiu o britânico.

Aumenta matrícula superior
                   Entre 2000 e 2013 o número de matrículas em cursos presenciais nas instituições públicas e privadas de ensino superior no país, cresceu 130%. No ano 2000 existiam 1,8 milhão de estudantes matriculados na rede privada e 887 mil na rede pública de ensino superior. Em 2013 o número passou para 4,4 milhões na rede privada e 1,8 milhão nas instituições públicas. Os dados são do Mapa do Ensino Superior no Brasil 2015, lançado esta semana pelo Sindicato das mantenedoras do Ensino Superior (Semesp) que congrega cerca de 200 mantenedoras. O Mapa traz ainda estatísticas e informações diversas sobre o ensino superior por regiões no país em 2013 e sobre o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) até 2015. A maior parcela dos estudantes que esta no ensino superior privado vem de escolas públicas. Dos matriculados, quase 70% cursaram o ensino médio em escolas públicas e 30% em escolas privadas. Os cursos de serviço social, pedagogia e gestão de pessoas são os que tem os maiores percentuais de alunos vindos do ensino médio público. O Mapa traz ainda dados sobre os contratos do Fies indicando que em 2014 foram firmados 732 mil contratos e no primeiro semestre de 2015, 253 mil. O texto aponta que o Fies sofreu uma redução superior a 50% no numero de novos contratos. Os dados mostram tambem que os cursos presenciais mais procurados nas instituições privadas são direito, administração, pedagogia, engenharia civil e ciências contábeis. A taxa de evasão anual em 2013 dos cursos presenciais atingiu o índice de 27.4% na rede privada e 17,8% na rede pública.

Licença para pousadas

                   O Instituto do Meio Ambiente (IMA) deu inicio a uma operação de fiscalização das pousadas localizadas na região norte. A regularização dos empreendimentos turísticos passa pela licença ambiental exigida pelo orgão para o adequado funcionamento dentro dos critérios estabelecidos pela legislação. Em um primeiro momento, duas pousadas foram notificadas para providenciar, em um prazo de 15 dias, a documentação solicitada. O trabalho do IMA será extensivo a toda a região litorânea do Estado, começando pelas pousadas instaladas entre Paripueira e Maragogi.

Licença para pousadas 2

                   A equipe de fiscalização do Instituto é formada por técnicos de diferentes formações na área ambiental, como biólogos, geógrafo, geólogo, arquiteto e engenheiro ambiental, para que seja possível adequar as pousadas aos critérios da legislação vigente. O trabalho, inicialmente, tem caráter educativo buscando a adequação dos empreendimentos. A principio estão sendo visitadas as pousadas com até 30 unidades habitacionais e o trabalho na região norte deverá se estender até o final do mês de Novembro. O trabalho de fiscalização foi planejado com o apoio do Sindicato dos Hoteis, Bares, Restaurantes e Similares de Alagoas.

O nome social no Enem

                   De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) o número de travestis e transexuais que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) quase triplicou este ano em relação a 2014. Agora 278 solicitaram o uso do nome social no dia do exame, contra 102 no ano passado. A opção pelo nome social passou a ser adotada em 2014, mas era necessário fazer a solicitação pelo telefone. Neste ano o pedido pôde ser feito via internet. No dia do exame, os transexuais deverão ser tratados pelo nome com que se inscreveram e não pelo nome que consta na carteira de identidade. E ainda usarão o banheiro do gênero com o qual se identificam.

O nome social no Enem 2

                   O uso do nome social para a realização da prova do Enem deixa os candidatos transexuais mais tranquilos e mais seguros, garante a vice-presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Keila Simpson. Segundo os números do Inep, São Paulo é o estado que lidera os pedidos de uso do nome social, com 89. Em seguida aparece o Rio de Janeiro com 33, Minas Geris com 29, Paraná com 22, Bahia com 18 e o Rio Grande do Sul com 12. Os demais estados têm menos de dez pedidos. Roraima, Acre e Amapá não registraram pedidos.

 

 

  • O Instituto do Meio Ambiente (Ima) e o Instituto Biota pedem a compreensão da população para colaborar e não interferir na desova de tartarugas marinhas na costa litorânea de Alagoas.
  • Uma reunião ocorrida na semana passada definiu a ação conjunta dos dois institutos e os procedimentos para garantir a manutenção da reprodução e das desovas das tartarugas.
  • A temporada de desovas começou em Setembro e se estenderá até Março do próximo ano. A orientação dos técnicos ambientalistas e que a população, ao presenciar as tartarugas entrem em contato com o Ima, ou o Biota ou mesmo o Batalhão Florestal da PM.
  • Os ninhos podem ser ameaçados pela erosão, vandalismo ou mesmo roubo dos ovos pela população, e são estes fatores que os ambientalistas querem evitar.
  • Por isso mesmo, em muitos casos existe a necessidade de translocação dos ovos, mas isso somente pode ser feito com biólogos ou técnicos que trabalhem com os animais.
  • O IMA e o Biota pedem a compreensão da população para a questão uma vez que das cinco espécies que desovam no litoral alagoano, quatro estão ameaçadas de extinção.