Blog do Dresch

9 de outubro de 2015

VLT respeitará canteiros da F. Lima

                   Os canteiros localizados na Avenida Fernandes Lima e Durval de Góis Monteiro serão respeitados e preservados quando da implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). A garantia foi dada pelo Secretário de Transporte e Desenvolvimento Urbano do Estado, Mosart Amaral em palestra feita esta semana na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele afirmou que os impactos ambientais serão os menores possíveis e o projeto, que já foi revisado exatamente para garantir a integridade das árvores e dos jardins, teve a preocupação em manter o canteiro central das duas avenidas.

VLT respeitará canteiros 2

                   Segundo o secretário “o projeto do VLT prioriza, sem dúvidas, o meio ambiente. A interferência no canteiro será feita apenas nos locais das estações e de forma mínima. O VLT é movido à energia elétrica, um tipo de energia limpa, que não causa nenhum tipo de poluição atmosférica ou sonora. Além disso, trata-se de um meio de transporte de massa e, por isso, vai diminuir consideravelmente o volume de carros que trafegam pela Avenida Fernandes Lima, e reduzindo a emissão de gases poluentes” explicou Amaral. Explicou ainda que durante o processo de instalação a Fernandes Lima terá as calçadas e o passeio renovados, terá um novo sistema de iluminação pública, ciclovias, integração modal e sinalização horizontal, vertical e semafórica.

160 mortes violentas por dia

                   Segundo o Fórum Brasileiro da Violência, o Brasil registrou 160 mortes violentas intencionais por dia em 2014. Os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte somaram 58.559 casos no ano passado, 4,48% a mais que em 2013 quando foram registrados 55.878 casos. A maior parte destes crimes foi enquadrada como homicídio doloso. Foram 53.305 casos em 2014, contra 50.167 em 2013. Em seguida a ação policial aparece como segunda maior causa de óbitos violentos. No ano passado, oito pessoas foram mortas por policiais a cada dia, em um total de 3.022 casos. O número é 37,2% superior às 2.203 mortes causadas por forças de segurança em 2013. O nosso estado permanece na liderança de mortes entre os estados da federação. Tivemos em 2014, 66,5 mortes violentas por cada grupo de 100 mil habitantes. No entanto o Estado conseguiu reduzir em 3,5% a taxa em relação a 2013, quando Alagoas registrou 68,9 mortes por 100 mil. Em números absolutos foram 2.208 casos registrados em 2014 contra 2.273 em 2013. Em números absolutos a liderança é da Bahia que teve 6.265 vitimas em 2014. No ano de 2013 o estado teve 6.026 óbitos intencionais. De um ano para outro a taxa subiu de 40,1 por 100 mil pessoas para 41,4 por cada grupo de 100 mil habitantes. Depois aparece o Rio de Janeiro (34,7 por cada 100 mil). O Fórum fez o levantamento com base nas informações disponibilizadas pelas secretarias de Segurança Públicas de cada estado.

 

Monsanto abandona a cana

                   A multinacional Monsanto, maior empresa de sementes do mundo, anunciou ontem que esta deixando o mercado da cana-de-açúcar no Brasil. A empresa pretende focar seus negócios em sementes, proteção de cultivos biológicos e agricultura digital, explicou o presidente da empresa no Brasil, Rodrigo Santos. Ele disse que quando a empresa resolveu investir no segmento da cana o objetivo era se posicionar no mercado de energia e bioenergia, mas as mudanças no segmento alteraram os planos. A multinacional pretende transferir os 150 funcionários afetados pela decisão para outras áreas. Os que forem demitidos receberão um pacote de benefícios adicionais ao estabelecido legalmente.

Otimismo contra crise

                   Menos crédito, juros nas alturas e inflação alta batendo à porta o setor varejista é sem dúvidas um dos mais atingidos pela crise. Só a chamada linha branca (geladeiras, fogões e lavadeiras) tiveram uma queda de mais de 11% no primeiro semestre. Mas isso não amedronta Luiza Helena Trajano, empresária proprietária do grupo Magazine Luiza, quinto maior varejista do país. Ela evita falar em política, mas garante que é aliada da Presidente Dilma Rousseff e considera que o ajuste fiscal é uma necessidade, mas tem ressalvas em relação ao aumento de impostos. Hoje o grupo que dirige é formado por 777 lojas, 9 centros de distribuição em 16 estados e faturou R$ 12 bilhões em 2014.

Otimismo contra crise 2

                   Em entrevista concedida á Folha de São Paulo, a empresária assinala o que pensa sobre a queda nas vendas em geral: “o consumidor deixou de comprar de modo geral, inclusive no supermercado, porque esta com medo da recessão e de perder o emprego. O índice de confiança é o mais baixo dos últimos 15 anos e isso afeta a economia em geral. Mas acredito que seja passageiro e o ritmo de crescimento vai voltar. O Brasil precisa construir 23 milhões de casas em dez anos para ter um nível adequado de igualdade social. Só 54% dos brasileiros têm máquina de lavar. No Nordeste, este índice cai para 27%. Imagine o quanto de geladeira, televisão e eletroportátil eu posso vender?”.

Otimismo contra crise 3

                   Para a dona do Magazine Luiza, a crise pode gerar bons frutos para o varejo no futuro. “Algumas pessoas me dizem que esta é a pior crise da história e que o cenário é alarmante. Eu já peguei tantas crises e em todas sai fortalecida. Veja em 1990 com o Plano Collor, cada brasileiro só ficou com 50 mil cruzeiros. Em 1993, o Cruzeiro Real cortou três zeros da moeda; em 2001 passei pelo racionamento de energia em que muitos jornais diziam para a população não comprar microondas porque consumia muita energia; em 2006 foi o Mensalão, só para citar alguns. Passei por seis trocas de moeda, hiperinflação, abertura econômica e 18 presidentes no Banco Central. No final de cada crise sai mais forte. No ano passado fechamos com R$ 12 bilhões, 777 lojas em 16 estados, nove centros de distribuição, 24 mil funcionários e 36 milhões de clientes”.

 

  • O Centro de Pesquisas Aplicadas (CEPA) tem merecido uma atenção especial por parte da Superintendência Administrativa da Secretaria de Estado da Educação.
  • O trabalho de limpeza, manutenção e conservação dos prédios que abrigam as escolas e demais unidades de ensino e pesquisa, esta sendo feita por 25 reeducandos do sistema prisional de Alagoas.
  • A parceria entre as Secretarias de Educação e a de Ressocialização e Inclusão Social promove, além dos benefícios para estudantes, professores, funcionários e familiares, a reintegração social dos reeducandos.
  • Estes, por sua vez fazem parte do sistema de regime aberto e semiaberto do complexo prisional.
  • Os reeducandos realizam serviços de limpeza, pintura, capinagem, reparos de encanação entre outros. O objetivo inclusive é dobrar o numero de reeducandos até o final deste ano.
  • Para a superintendente administrativa Ana Carolina Beltrão, o Cepa nunca esteve tão bem cuidado; “Todos estão de parabéns pelo trabalho realizado, com responsabilidade e compromisso” disse ela.