Blog do Dresch

4 de outubro de 2015

Redução de gases poluentes aumenta o PIB

                Um estudo elaborado pelo Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) e apresentado à Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, mostra que o Brasil pode crescer mais se reduzir a emissão de gases do efeito estufa. O estudo foi coordenado pelos professores Luiz Pinguelli Rosa e Emília La Rovere, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. De acordo com o documento, a economia brasileira poderá gerar até R$ 609 bilhões a mais de Produto Interno Bruto (PIB), que o projetado no período de 2015 até 2030, caso o país adote medidas mais ambiciosas de redução das emissões de gases ligados ao processo de aquecimento global.

Menos gases, mais PIB 2

                   O estímulo à economia poderá ser alcançado por meio de ações de mitigação de emissões como o aumento no uso de biocombustíveis e de investimentos no setor de transportes. A pesquisa aponta ainda, a agricultura de baixo carbono e o incentivo ao carvão vegetal na siderurgia como alternativas para alavancar uma economia verde no país. O documento avalia outros impactos sobre o PIB como taxa de desemprego, índice geral de preços, taxa de investimento, saldo da balança comercial e o consumo das famílias.

 

Cuidados com o coração

                   No Brasil, uma pessoa morre a cada dois minutos em função de alguma doença do coração. São 350 mil mortes a cada ano, causadas principalmente pelos três maiores problemas cardiovasculares: infarto, AVC e insuficiência cardíaca, segundo dados da Associação Brasileira de Cardiologia (SBC). Em todo o mundo são 17,5 milhões por ano, garante a Organização Mundial da Saúde, que trabalha para reduzir em até 25% a mortalidade cardíaca até 2025. Mas em todo o mundo, o coração mata mais que o câncer. Os riscos ainda são maiores para quem tem casos de problemas cardíacos na família: parentes em primeiro grau elevam em 50% as chances de problemas cardiovasculares. Mas muito além dos problemas genéticos, os hábitos de vida influenciam diretamente no problema. Por isso a maioria das mortes poderia ser evitada com diagnóstico precoce, tratamentos específicos e a adoção de um estilo de vida mais saudável. Essa receita simples pode ajudar a eliminar fatores de risco como obesidade, sedentarismo, fumo, colesterol elevado e hipertensão. Para manter o coração saudável, especialistas recomendam uma alimentação mais equilibrada em nutrientes, sem frituras e com menos alimentos industrializados, mais frutas e legumes e menos sal, além da redução de bebidas alcoólicas e eliminar o tabagismo. Dietas ricas em fibras, com baixas quantidades de sódio e gorduras saturadas também são indicadas.

 

A naturalidade da propina

                   “A naturalização da propina em contratos públicos é um fato assustador”. A frase é do Juiz Sérgio Moro, que esta á frente do inquérito principal da Operação Lava Jato. Em um almoço com empresários ele explicou: “às vezes, há uma certa dificuldade em se obter uma resposta muito clara de porque se pagava a propina, As explicações recorrentes de alguns desses acusados confessos era de que, simplesmente, era a regra do jogo. Houve uma naturalização do pagamento de propina em obras públicas no país” disse ele. Na opinião de Moro, a corrupção no Brasil atingiu um nível sistêmico.

A naturalidade da propina 2

                   E segue a palestra do magistrado: “Em quatro casos julgados, envolvendo diferentes empresas e diferentes agentes públicos foi constatada uma prática que eu trabalhei como corrupção sistêmica, no sentido que a acertação de um contrato público envolvia o pagamento, quase naturalizado, de um percentual de propina” destacou em casos que envolvia casos de corrupção na Petrobrás e na Caixa Econômica Federal. O magistrado defendeu uma nova postura, tanto do Ministério Público, como dos agentes privados que negociam com o Estado. “Existe a necessidade de uma nova postura firme por parte das autoridades públicas contra a corrupção, assim como dos juízes e de uma reforma na justiça criminal”, afirmou o Juiz federal.

 

O cheiro da morte

                   Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Leuven, na Bélgica, garante ter descoberto qual é exatamente o cheiro exalado pelo corpo humano em decomposição. Foram identificados 452 compostos orgânicos voláteis que são emitidos depois da morte. E prá que serve isso? Servirá no futuro para criar um composto para dar treinamento mais específico a cães farejadores. Além disso, garantem os cientistas, será possível desenvolver máquinas que possam fazer o mesmo trabalho dos cães usados em operações de resgate após desastres naturais. O estudo foi publicado em uma revista científica e a pesquisa levou seis meses.

O cheiro da morte 2

                   Os pesquisadores trabalharam com seis cadáveres humanos e 26 restos de animais como porcos, coelhos, toupeiras e aves. Amostras de tecidos e orgãos eram colocadas em recipientes fechados especiais, que tinham pouco ar, mas permitiam que os cientistas retirassem periodicamente amostras dos gases que se acumulavam nos potes. Inicialmente os compostos orgânicos continham enxofre e não permitiam distinguir as diferentes espécies. No final, oito compostos diferenciaram os restos de porcos e humanos dos restos das outras espécies. E cinco deles separaram os porcos dos humanos. A pesquisa ainda foi considerada preliminar, pois foi baseada apenas em análises químicas de laboratórios. Os pesquisadores garantiram que ainda farão outros estudos.

 

  • A Universidade Federal de Alagoas retoma a normalidade das aulas a partir desta segunda feira (5), mas com um novo calendário acadêmico aprovado semana passada pelo Conselho Universitário.
  • A mudança se fez necessária por causa da grave dos docentes e dos técnico-administrativos, que durou quase quatro meses e atrasou o ano letivo.
  •  Assim o novo calendário acertado prevê o encerramento do primeiro semestre deste ano letivo no próximo dia 7 de Dezembro nas unidades de Maceió (Campus A.C. Simões), Palmeira dos índios, Penedo e Viçosa.
  • Já as aulas do segundo semestre de 2015 terão inicio em 11 de Janeiro de 2016 e encerram em 30 de Maio com 103 dias letivos.
  • O calendário estabeleceu ainda que os campi de Arapiraca e do Sertão terão aulas até 20 de Dezembro no cumprimento do primeiro semestre. O segundo começará em 18 de Janeiro até 5 de Junho de 2016.
  • Todos os campi da Universidade Federal de Alagoas terão os calendários unificados no meio do ano que vem quando os alunos iniciarão juntos o ano letivo de 2016, no dia 20 de Junho.