Blog do Dresch

2 de outubro de 2015

A Usina Uruba volta a moer após 3 anos

                   Trabalhadores da Usina Uruba em Atalaia, que perderam seus empregos há três anos e ficaram amargando um calote sofrido, religam hoje as máquinas da usina para iniciar a moagem nesta safra 2015/2016. E as perspectivas para esta e para futuras safras são positivas, garante o fornecedor de cana Glauber Tenório, diretor da Cooperativa dos Produtores Rurais do Vale de Satuba. A entidade, com o apoio da Secretaria de Agricultura de Alagoas e tambem do Banco do Nordeste esta a frente do reinicio das atividades da unidade industrial, que prevê uma produção de 1,4 milhão de sacos de açúcar. Foram contratados 1.300 cortadores de cana e outros 250 trabalhadores para a parte industrial.

A Uruba esta de volta 2

                   Ainda segundo o diretor da Coopvale, o acordo feito com a Justiça que acertou o arrendamento com a cooperativa, prevê também um repasse de 4% do faturamento para a massa falida do grupo empresarial que determ. a propriedade da usina. A previsão do faturamento para esta safra alcança R$ 77 milhões. A cooperativa conseguiu R$ 1 milhão para a recuperação do maquinário da indústria e negociam com o Banco do Nordeste, outros R$ 20 milhões para capital de giro, que inclui o pagamento do pessoal, dos fornecedores e a estocagem do açúcar para que negociá-lo no momento mais adequado, explicou Tenório.

Impunidade estimula chacinas

                   Especialistas concluíram aquilo que todos nós estamos carecas de saber: investigações bem feitas e punição dos executores são as respostas necessárias para combater o crescente número de chacinas nos estados do sul. O ex-secretário nacional de segurança pública Guaracy Mingardi defende que “a única resposta para este tipo de homicídio é a prioridade absoluta para a prisão dos matadores” diz ele, que hoje integra o Forum Brasileiro de Segurança Pública. A defensora pública Daniela Skromov acredita que a punição e a investigação bem elaborada são as maneiras de reduzir o numero de chacinas, além de reconhecer que a Policia Militar muitas vezes faz parte do problema. Para diminuir a letalidade policial e a participação de policiais em chacinas, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes diz que é preciso melhorar a formação dos policiais e dar rapidez à investigação e a punição dos culpados. “Temos que diminuir qualquer possibilidade de participação de policiais em atividades criminosas. Temos que tomar três atitudes. Melhorar a seleção de policiais e melhorar o ingresso. O segundo ponto é aprimorar a fiscalização desses policiais, daqueles que atuam nas ruas. E o terceiro ponto é a transparência total e rápida nos casos daqueles policiais que praticam crimes, daqueles bandidos que momentaneamente estão de fardas, para expulsá-los da corporação e encaminhar à justiça” disse o secretário.

 

 

Combate ao mau hálito

                   A Associação Brasileira de Halitose (ABHA) estima que 50 milhões de brasileiros sofram de mau hálito. O problema pode estar relacionado a mais de 60 causas, podendo ser inclusive sintoma de diabetes, câncer estomacal ou deficiência hepática. Mas uma coisa é certa: o mau hálito se origina na boca em 90% a 95% dos casos, e o odor desagradável surge devido à liberação de enxofre produzido por bactérias que compõem a saburra (placa esbranquiçada formada por germes, restos de alimentos e células descamadas da cavidade oral). Para incentivar a discussão sobre o assunto, a ABHA esta lançando a campanha: “Mau hálito: você precisa estar bem informado”.

Combate ao mau hálito 2

                   A campanha procura orientar as pessoas que sofrem com o problema, ou mesmo tratar de forma confidencial a respeito. Se alguém conhece uma pessoa com mau hálito, mas não sabe como fazer a abordagem para esclarecer o problema, a ABHA tem o serviço “SOS Mau Hálito”. Basta entrar no site e preencher uma ficha com o nome da pessoa, que receberá uma carta ou e-mail com soluções para o problema. A Associação também dispõe de uma pequena cartilha com dicas de prevenção do problema.

Combate ao mau hálito 3

                   As dicas são as seguintes: Evite alimentos muito condimentados; Alimente-se a cada três ou quatro horas para evitar a queda dos níveis de glicose; Evite refrigerantes ou bebidas alcoólicas e o consumo exagerado de café; Consuma frutas cítricas e alimentos com fibra; Evite a automedicação; Use escova de dente, creme dental, fio dental e limpador de língua; Beba no mínimo dois litros de água por dia; Não fume, pois o cigarro aumenta a descamação da mucosa oral; Balas e sprays bucais não resolvem o mau hálito. Goma de mascar sem açúcar, é oportuna, pois estimula a salivação; e mantenha bons hábitos alimentares, faça atividades físicas, controle o estresse e vá ao médico.

Equipamentos de segurança

                   Nos próximos dias, o sistema prisional alagoano estará recebendo uma série de equipamentos de inspeção eletrônica que auxiliarão na segurança das unidades penitenciárias. São esteiras de raios-X, detectores de metal portal, de metal manual e metal banqueta, entre outros equipamentos já licitados e adquiridos pelo Estado, em um convênio com o Ministério da Justiça. Com a chegada destes equipamentos será possível evitar ou reduzir consideravelmente o ingresso de armas, drogas e telefones celulares, além de proporcionar a humanização nos procedimentos de inspeção (a tradicional revista). Para a operação destes equipamentos, trinta agentes penitenciários foram devidamente treinados e capacitados.

 

  • Não teve choro nem vela, nem pedido do Papa adiantou (com todo o respeito). As autoridades do estado da Geórgia, sudeste dos Estados Unidos executaram na madrugada de ontem, com uma injeção letal, a mulher Kelly Gissendaner de 47 anos.
  • Ele foi condenada em 1997 pelo assassinato do marido Douglas, com a ajuda de um amante. O crime é tipificado naquele estado americano como passível de pena de morte.
  • No último final de semana, quando da visita do Papa Francisco aos EUA, no seu discurso no Congresso, o Pontífice chegou a fazer um apelo à justiça norte-americana para preservação da vida de Kelly.
  • Os advogados da ré assim como seus filhos e outros familiares também se empenharam em tentar impedir sua execução. Várias moções foram encaminhadas a Suprema Corte na tentativa de impedir a aplicação da injeção letal. Mas a decisão final dos juízes foi de manter a execução.
  • Kelly Gissendaner recebeu a injeção letal na penitenciária de Atlanta. Ela é a primeira mulher a ser executada no estado da Geórgia desde 1945.