Roberto Baia

11 de setembro de 2015

Prevenção ao suicídio

Ele é silencioso. Está no ranking de mortes em todo o mundo, ocupando o 3º lugar em causa mortis. Diante desta perspectiva, é preciso, sim, falar sobre suicídio.

E foi o que fez um grupo de amigos arapiraquenses com ações voltadas para o tema, durante toda esta semana. Nesta quinta-feira (10), o Projeto João Lucas realizou sua culminância alertando sobre o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, que contou com o apoio da prefeita Célia Rocha,

 

 

Um abraço

Os membros fizeram, durante o período da tarde, a segunda edição do Doe Um Abraço, na Praça Deputado José Marques da Silva, bairro do Centro, distribuindo além de panfletos com informes sobre o enfrentamento ao suicídio, muito afeto.

 

Classes sociais

“Nosso intuito é mostrar que este tópico deve ser discutido em todas as classes sociais e todos os âmbitos. Por isso, levamos o assunto para ser discutido nas escolas”, diz a estudante de Direito, Juliana Torres, que, ao lado do também estudante César Albuquerque, coordena o projeto. Os envolvidos montaram uma tenda na praça e empunhavam cartazes com frases de efeito.

 

 

Comportamento

Com o apoio dos psicólogos Paulo Roberto Santos e Diana Dine Mota, do Centro de Amor à Vida (Cavida), eles estiveram debatendo sobre o comportamento suicida nas escolas São Lucas, Santa Catarina, Santa Isabel, Sagrada Família e Multivisão, com crianças e adolescentes.

 

Sinal vermelho

A informação é da Assessoria de Comunicação da AMA: A queda de 38% no primeiro depósito do mês do Fundo de Participação dos Municípios – FPM – disparou o alerta do sinal vermelho das prefeituras, já aceso diante da crise financeira que afeta as cidades. A maioria dos prefeitos filiados a AMA entende que a hora é de medidas radicais e, por essa razão, a Entidade convocou assembleia geral nesta sexta-feira, dia 11, às 14h, para deliberar todas as propostas que estão sendo apresentadas.

 

Estratégias

A ideia da reunião é também traçar estratégias para mostrar à população qual a responsabilidade de cada poder. Na prática, eles não querem ser vistos como culpados pela atual situação onde a queda da receita, a correção de pisos que estão sendo aprovados pelo Congresso e o subfinanciamento dos 397 programas federais têm dificultado os investimentos prioritários.

 

Apertando cinto

Prefeitos estão cancelando festas, cortando gratificações, salários, combustível, mas querem a adesão de todos, inclusive dos municípios que têm situação diferenciada. A AMA também vai entregar um documento aos órgãos fiscalizadores mostrando a realidade dos municípios brasileiros que estão carregando nas costas uma crise que não foi provocada por nenhum prefeito.

 

Repasses

“Hoje, por exemplo, 100% do Fundeb vai para a folha de pessoal porque o repasse é insuficiente para investimentos. O Programa Saúde da Família recebe R$ 10 mil do governo federal enquanto o custo total é de R$ 30 mil. Para a merenda o repasse é de R$ 0,30/aluno, para o transporte escolar R$ 13,00 e assim vai”, desabafa o presidente da AMA, Marcelo Beltrão, que complementa “é importante que esses números e os problemas que eles acarretam cheguem ao conhecimento da população que mora nos municípios.

 

Instabilidade

“O Brasil é uma federação apenas no nome, porque concentra todos os recursos e está causando toda a instabilidade política e econômica que estamos vivendo”.

 

Cidades em foco

 

Com um novo ânimo, depois de superar a crise financeira que se abateu sobre a sua administração, a prefeita de Arapiraca, Célia Rocha, anunciou que é candidata à reeleição em 2016.

Até o momento são pré-candidatos o deputado estadual Tarcizo Freire, vereadora Aurélia Fernandes e advogado e professor Rogério Auto Teófilo. Outro nome que surge com força nos bastidores da política arapiraquense é do deputado estadual Rodrigo Cunha.

 

 

 

… O repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 1º decêndio do mês de setembro de 2015 será creditado nesta quinta-feira, dia 10 de setembro, nas contas das prefeituras brasileiras com uma queda real de 38,07% em relação ao ano passado. Foram R$ 33 milhões a menos nos cofres municipais.

 

 

… Com este novo repasse, no acumulado de 2015 o FPM apresenta uma queda de 3,92% em termos reais, somando R$ 58,258 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior o acumulado ficou em R$ 60,633 bilhões.

 

… Nesta análise não foram incluídos repasses extras de janeiro de 2014 e 2015 além do repasse extra de maio de 2015. Se desconsiderado também o repasse referente ao 0,5% de julho de 2015 a queda real do fundo é ainda mais expressiva: 5,48%.