12 de agosto de 2015

O mal em seus vários estágios

 

Nos cortes realizados pela Sra. Presidente da República nos vários orçamentos os da saúde mais de doze bilhões e os da educação mais de dez bilhões (pátria deseducadora!). Estão levando saúde e educação para lá da UTI.

Devido a sua política errônea nos quatro anos de sua falta de administração a Sra. Presidente vai levando o País para um buraco fundo, um túnel sem luz no final e ainda reclama dos outros que fazem crítica.

Se tivesse ouvido os conselhos, orientações e comentários, da maioria dos estudiosos em administração, politica e economia não estaria o Brasil no ponto em que está!

Entretanto não reclama só quem está na oposição ou que não votou em sua reeleição. Reclamam todos.

Lendo a Folha de São Paulo pelo portal Uol encontrei o registro de um engenheiro presidente da Abimaq(associação das indústrias de máquinas e equipamentos)Sr. Carlos Pastoriza começa reclamando dos “juros pornográficos”!

Fala que a indústria de máquinas já demitiu vinte e cinto mil trabalhadores só no primeiro semestre! (25.000). E que pelo andar da carruagem pode dobrar até o final do ano.

Sua entrevista caminha pelo também tripé do mal.

Carlos Pastoriza diz que o País dominado pelo partido dos trabalhadores à quase quatorze anos tem “juros pornográficos”, tributação complexa, burra e irracional, pois, penaliza mais quem fabrica aqui do que quem importa e só troca a etiqueta do produto!

E vai mais além: o câmbio é desequilibrado!

Citando Mário Henrique Simonsen, Pastoriza diz que o juro alto aleija uma empresa, porém o cambio alto mata. A oito anos pelo menos a indústria brasileira está sendo aleijada e morta pelos dirigente oriundos do PT!

“O Brasil passa por uma desindustrialização silenciosa, mascarada. Não vemos o fechamento em massa das fábricas, mas as indústrias silenciosamente deixam de ser fabricantes para virarem montadoras e, em seguida, importadoras. Fazem isso de uma forma maquiada. Por exemplo, o eletrônico vem acabado da China, a empresa tira a placa do produto xingue-lingue e coloca a de fabricado no Brasil, com uma marca conhecida. Perde o consumidor, perde o trabalhador, perde o país. A empresa faz isso porque quebraria se continuasse produzindo aqui. Isso está disseminado em vários segmentos, de eletrônicos, linha branca, brinquedos, instrumentos musicais e outros”, conclui.