Blog do Dresch

21 de junho de 2015

Mais sementes para o agricultor

                   Agricultores familiares de Alagoas, especialmente os de movimentos sociais estão recebendo sementes de feijão, milho e sorgo para o plantio imediato. Já foram distribuídos 965 toneladas de sementes, através do Programa de Distribuição de Sementes do Governo de Alagoas, e mais 38 toneladas foram adquiridas mais recentemente, segundo o superintendente de Desenvolvimento Agropecuário da Secretaria de Agricultura, Hibernom Cavalcante. As sementes são distribuídas através de um planejamento que destina 40% para o Sertão, 40% para o Agreste e 20% para a Zona da Mata e Litoral.

Plantando ainda mais 2

                   As sementes distribuídas neste ano superaram a quantidade distribuída nos anos anteriores. Ainda de acordo com Hibernom, as sementes são de excelente qualidade foram adquiridas com recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep). Outra novidade na distribuição deste ano é a licitação para 200 toneladas de arroz, cujo objetivo é licitar no final deste mês de Junho e fazer a entrega no inicio de Agosto. A distribuição é feita com prioridade para cooperativas, sindicatos, associações, indígenas. Quilombolas e assentamentos rurais. O governo, além de garantir a entrega faz a assistência técnica e a consequente fiscalização.

Os riscos da era digital

                   Com a tecnologia presente no nosso dia a dia, é cada vez mais comum ver crianças com 2 ou 3 anos de idade, usando o tablet como brinquedo, ou com os celulares dos pais. Os pais passaram a usar estes “brinquedos eletrônicos” muitas vezes para acalmar a criança com desenhos animados virtuais. Mas, ao fazer isso os pais podem estar colaborando com a possibilidade de um grave problema de visão nas crianças. A explicação é da oftalmopediatra Simone Vieira Cerveira do Instituto Brasileiro de Oftalmologia: “Hoje em dia, crianças com dois anos já tem tablets e brincam com os celulares dos pais. Celular foi feito para falar, não foi feito para jogar. É difícil proibir e, muitas vezes, as crianças ficam irritadas. O uso do videogame na televisão é menos prejudicial à saúde ocular que no celular, pois quanto mais perto, maior é o esforço visual e pior para a visão. Mas o pior de todos é o tablet, pois inconscientemente se traz para perto dos olhos” diz a médica. Também é citado o fato de que o uso abusivo destas tecnologias esta diretamente ligado aos casos de miopia, como acontece em países como China e Japão que reúnem muitos casos de doença e são países com mais adeptos da tecnologia. Outros especialistas lembram que não é só a visão que é afetada pelo uso abusivo dessas novas tecnologias. A liberação da radiação pode afetar diretamente outros sistemas do corpo humano, principalmente nas crianças, pois os ossos do crânio ainda não estão totalmente formados e absorvem mais facilmente essas radiações.

 

Jornalista e prostituta

                   Os telespectadores australianos ficaram surpresos com as revelações da jornalista Amanda Goff, de 40 anos, que em uma entrevista ao programa “Sunday Night” afirmou que havia se transformado em prostituta. Amanda vive em Sidney, e é uma bem sucedida repórter especializada em beleza e celebridades. Disse que resolveu tentar a nova profissão em 2012 ao visitar um bordel de luxo. “Por que escolhi vender meu corpo? Eu não vendo o meu corpo, só decidi cobrar por algo que eu já fazia de graça” disse ela na entrevista. Segundo ela, que tem 20 anos como jornalista, a nova profissão não anula a antiga.

Jornalista e prostituta 2

                   Na nova profissão ela passou a se chamar Samantha X, e cobra US$ 800 (quase R$ 2 mil) por hora de programa, ou US$ 5 mil (R$ 11,8 mil) pela noite inteira. Ao mesmo tempo, aproveitando a dupla personalidade ela lançou um livro de nome “Hoocked, by Samantha”, e mantém um site com dicas sobre sexualidade e divulga material promocional pelos seus “serviços”. Em outra entrevista, ela disse que estava saindo do armário para enfrentar as criticas ao se revelar como prostituta para parar de viver uma vida dupla, mesmo sabendo do estigma que a profissão enfrenta na sociedade.

Jornalista e prostituta 3

                   Para o ex-marido da jornalista/prostituta, o banqueiro David Basha disse que “a revelação foi uma desgraça, tive que explicar muito aos meus filhos o que esta acontecendo” disse ele. Mas, segundo Amanda, as crianças sofrem com bullyng todos os dias, mesmo quando suas mães não são prostitutas. “Eu acho que o mundo esta mudando. Meus filhos estudam com crianças com pais gays, mães lésbicas, e elas não são ridicularizadas” declarou ela. Disse que ainda que não previsão de parar de se prostituir, a não ser que acabe se apaixonando.

Economistas apoiam ajuste

                   Alguns economistas pertencentes á Fundação Getúlio Vargas, da Fipe-USP (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo) e da Faap, elaboraram um manifesto de apoio às medidas econômicas que estão sendo adotadas pela presidente Dilma Rousseff. O documento circulou pelas universidades paulistas e foi endossado por 104 economistas. No manifesto, os professores afirmam que a economia brasileira enfrenta uma grave crise fiscal e que, se o programa de ajuste não for adiante, o Brasil corre o risco de perder o grau de investimento, o que resultaria “em um aprofundamento das dificuldades econômicas, financeiras e do emprego”.

 

  • Uma modelo norte-americana quase morreu ao contrair uma doença rara chamada Síndrome do Choque Elétrico, que pode ter sido causada por bactérias em materiais sintéticos de absorventes higiênicos.
  • Ela chegou a perder a perna esquerda.
  • Lauren Wasser, de 28 anos, fazia aulas de teatro e praticava esportes, descobriu a doença em 2012, depois de passar mal em uma festa.
  • Naquele dia ele usava absorventes da marca Kotex Natural Balance. Ao ser levada para um hospital os médicos disseram que ela havia sofrido um ataque cardíaco.
  • Quando ela estava com os orgãos à beira da falência, um especialista desconfiou que o mal pudesse ter sido causado pelos absorventes. Ele enviou os mesmos a um laboratório que diagnosticou a doença.
  • Ela sobreviveu e agora esta processando a empresa fabricante do produto e a rede de farmácias onde comprou o absorvente.
  • Ela também iniciou uma campanha para retirada do produto das prateleiras e por um controle mais exigente por parte das autoridades sanitárias dos Estados Unidos.