Edmilson Teixeira

12 de junho de 2015

Paulo Jacinto, talento internacional

O artista plástico Edmilson Oliveira, natural de Paulo Jacinto, e que passou uma longa vida em Quebrangulo, vem se destacando em Maceió onde hoje mora,  pelo trabalho que está fazendo no  Ministério Público Federal em Alagoas (MPF/AL). Graças a seu talento, o prédio da entidade está ganhando cara nova, com o muro que dá acesso à Avenida Márcio Canuto se transformando em obra de arte. O trabalho retrata as diversas atribuições do órgão e deve ser concluído já nos próximos dias.

Paulo Jacinto –Foco

Durante a formulação do projeto, uma comissão do MPF realizou diversas reuniões para explicar à Associação o que precisava ser retratado no muro, de forma que ficasse claro à sociedade o papel do Ministério Público no que diz respeito à promoção da Justiça, da Cidadania e do combate ao crime e à corrupção. Quem passa pelo local, já fica admirado com tanta beleza, mesmo com o trabalho inacabado, pelo talentoso artista Edmílson Oliveira, que orgulhosamente para Alagoas já consolidou seu trabalho até em Zurique na Suíça durante várias  exposições de artes.  

 

Capela

 

Há oito dias a quadrilha junina “Chamego Quente de Capela” marcou sua estreia 2015 no clube Capelense. Numa apresentação dinâmica e com movimentos renovados, a quadrilha se destacou e chamou a atenção de todos os presentes. Coordenado pelo professor de dança, Rodrigo Lima, o grupo vem se preparando de maneira intensa durante esses últimos dias, a fim de cumprir uma agenda de apresentações por várias cidades alagoanas, sobretudo para celebrar os festejos juninos, difundindo cabalmente a cultura capelense.

 

Delmiro Gouveia

 

Sexta-feira passada a cidade de Delmiro vivenciou  o aniversário de 101 anos de existência da sua indústria de tecidos, conhecida como Fábrica da Pedra. Os moradores  entre eles diretores, funcionários e ex-funcionários da indústria, realizaram várias homenagens através de redes sociais e veículos de comunicação.

Pão de Açúcar

Amanhã acontece a 5ª Cavalgada das Mulheres de Pão de Açúcar. É um evento com característica de protesto  em defesa do rio São Francisco. Segundo Joezia Oliveira, uma das organizadoras, as mulheres participantes sairão com camiseta branca, como forma de homenagear a falecida vereadora Branca Andrade, idealizadora desta festa em Pão de Açúcar. A animação durante o percurso ficará a cargo de um locutor de vaquejada, dos aboiadores Júnior Farias e Zé Wilson e do conhecido sanfoneiro Beto do Acordeon. E no local determinado para a chegada, isto é, no Iate Clube Pão de Açúcar, a animação ficará por conta da Banda Professor do Forró.

Boca da Mata

 

A ONG Girassol em Boca da Mata que conta com apoio da Petrobras, tem se destacado pelo investimento no projeto Academia de Desenvolvimento Juvenil, onde 607 crianças e adolescentes atuam em diversas ações nas áreas de educação, esporte e cultura.  Outro projeto é  o “Biblioteca Itinerante”, que conta com o apoio do “Criança Esperança”, presente em seis escolas do município com mais de 32 turmas, totalizando 1.730 alunos em parceria com a Secretaria de Educação do município.

Boca da Mata – visão

Para o promotor de Justiça Claudio Luiz Galvão Malta, um dos incentivadores da ONG, o trabalho desenvolvido pela equipe é de formação de lideranças juvenis com ensinamento da metodologia popular desenvolvida por Paulo Freire. “O Girassol é uma instituição de referência para o desenvolvimento de capacidade em comunidades que se encontram em desvantagens sociais”, disse.  Segundo ele, as transformações realizadas no Centro de Referência da Juventude do Girassol são de dentro para fora, com ações transformadoras.

Campo Alegre

Quarta-feira foi de festa no distrito de Luziápolis. É que o Tribunal de Justiça de Alagoas marcou presença na região, levando o projeto Justiça Intinerante, onde mais de mil pessoas  foram beneficiadas, sobretudo para resolver problemas na documentação. O evento ocorreu durante todo o dia e teve casamento coletivo de mais de 200 casais. A estudante Nayane Albuquerque conta que seu nome foi registrado com a letra “y” na primeira via da certidão de nascimento. No entanto, quando ela precisou de uma segunda via, descobriu que o nome havia sido escrito com a letra “i” no cartório. Como todos os outros documentos foram emitidos com “y”, ela procurou a Itinerante para resolver o problema. “Deu tudo certo. Eu achei que fosse demorar mais, mas foi tranquilo”, avaliou.

 Campo Alegre-  satisfação

De acordo com o juiz coordenador do Projeto, André Gêda Peixoto Melo, a ação do Judiciário foi produtiva, já que a procura foi grande pelas equipes do Projeto para a emissão de documentos como carteiras de identidade e de trabalho, título de eleitor e CPF. Além desses serviços, os cidadãos puderam resolver processos de divórcio consensual, pensão alimentícia, suprimento de óbito e reconhecimento de paternidade. “Aqui em Campo Alegre constatamos a satisfação das pessoas ao serem beneficiadas com a prestação jurisdicional, que viabilizou a emissão de diversos documentos. O melhor de tudo é que esses serviços foram prestados gratuitamente”, declarou Washington Luiz, presidente do TJ/AL.

Anadia / Santa Luzia

Amparado numa recomendação do Tribunal de Contas do Estado, o prefeito Paulo Dâmaso resolveu vetar qualquer investimento financeiro da Prefeitura em festa junina este ano. “Vamos apenas incentivar e patrocinar eventos culturais e quadrilhas,”  disse o prefeito, lamentando  o clima que ficará a cidade nesse período, sobretudo para os comerciantes  que deixam de faturar com os festejos.  “Vamos compensar essa situação no dia 18 do mês que vem, quando Anadia fará 214 anos; aí iremos fazer  uma grande festa” . Em Santa Luzia do Norte, o prefeito João Pereira também brecou a festa junina, atendendo o conselho do TCE/AL.

 

Santa Luzia do Norte

Em ofício enviado ao prefeito João Pereira, o TCE diz que a prática de despesas com festas juninas constitui inadequação com a finalidade pública e com os princípios que regem a administração. Com isso, a Prefeitura deve resguardar os princípios da dignidade humana e da moralidade pública. “Não podemos infringir o que determina a Corte do Estado” disse Pereira