Blog do Dresch

7 de junho de 2015

A diva agora canta Sinatra

                Nunca é demais realçar e admirar o talento e a dedicação de uma atriz como Bibi Ferreira. Aos 93 anos (completados na semana que passou), ela continua firme nos palcos do país, no caso como diretora e cantora do show em que interpreta as músicas de Frank Sinatra, agora prorrogado até 10 de Julho, no Teatro Net Rio. “Depois de fazer no palco Edith Piaf, Amália Rodrigues e Carlos Gardel, meu empresário me cobrou um espetáculo em inglês. Seguindo a linha dos artistas que sempre cantei, Sinatra foi a lógica. Quem não gosta de Sinatra? Ninguém cantou o amor e a paixão como ele”.

Uma diva dos palcos 2

                   Ela pretende trabalhar até o fim da vida, sempre com bom humor. Porque o mau humor é um vício. E garante que é uma mulher que trabalha muito. “Dou risada quando falam sobre mim como mito ou diva. Sou uma mulher que trabalha muito e sou responsável com o que estou fazendo. Mas agradeço. Acho que os rótulos existem para comemorar ou simplificar o entendimento das coisas. O que sei é que entro em cena, há quase 75 anos, como o mesmo compromisso de quando estreei com meu pai (Procópio Ferreira). Dou o meu melhor, e respeito o público”.

Financiamento privado

                   “O financiamento privado das campanhas eleitorais vai sair caro para a sociedade”. A afirmação é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello em entrevista à TV Brasil. “Não tem altruísmo, as empresas não doam tendo em conta a ideologia dos partidos. Depois buscam o troco e esse troco que é muito caro para a sociedade” alertou o Ministro. O financiamento privado foi aprovado pela Câmara dos Deputados recentemente, e o texto estabelece que  ele pode ser feito por pessoas físicas e jurídicas a partidos e de pessoas físicas a candidatos. “Para que os partidos teriam esses recursos senão para repassar aos candidatos?” destacou Marco Aurélio. Vale lembrar que a questão ainda tramita no próprio Supremo Tribunal Federal. No ano passado a maioria dos ministros votou pela proibição das doações de empresas privadas para campanhas politicas. O julgamento foi suspenso por um pedido de vistas do Ministro Gilmar Mendes. O julgamento ainda não foi retomado. Durante a entrevista o ministro também questionou a postura do Juiz Sergio Moro, na Operação Lava Jato, que apura denúncias de desvio de dinheiro da Petrobrás. Para o Ministro, a delação premiada deveria ser exceção no direito. “Não posso dizer que se logrou um numero substancial de delações premiadas e se logrou pela inversão de valores, prendendo para, fragilizado o preso, alcançasse a delação. Isso não significa avanço, mas retrocesso cultural. Imagina-se que a delação premiada seja espontânea e surja no campo do direito como exceção e não a regra. Alguma coisa esta errada neste contexto” garantiu o ministro Marco Aurélio.

 

O novo Windows 10

                   A Microsoft anunciou que a nova versão do seu sistema operacional, o Windows 10, será lançado no próximo dia 29 de Julho, inclusive no Brasil. Usuários das versões 7,8 e 8,1 do programa poderão fazer a atualização grátis a partir desta data. Uma das principais novidades é que o software rodará em qualquer tipo de dispositivo, de supercomputadores a celulares, de sistemas de realidade virtual a tablets. Hoje há um sistema para cada tipo de aparelho. A ideia da unificação é que o código por trás do sistema e de seus aplicativos seja sempre o mesmo, mas que a interface do Windows mude de acordo com o dispositivo em que estiver sendo usado.

O novo Windows 10 2

                   A versão 10 do novo sistema para PCs tradicionais será similar ao Windows 7 e trará de volta um renovado menu Iniciar, cuja falta foi sentida no Windows 8. O menu manterá uma organização similar à que os usuários estão acostumados, mas ganhará novas ferramentas. Entre elas, uma busca incrementada e a possibilidade de inserir “Live Tiles”, blocos de atalhos personalizáveis característicos do Windows 8. Após as críticas a este programa, de 2012, a empresa reconheceu que mostrou o novo sistema com antecedência para poder fazer modificações de acordo com a reação dos usuários. Uma aposta da empresa é o novo navegador Microsoft Edge, que deve gradualmente substituir o Internet Explorer.

Cresce visto para EUA

                   O número de brasileiros que retiraram vistos na embaixada americana para ingresso nos Estados Unidos bateu novo recorde em 2014, quando 1,075 milhão de autorizações foram liberadas. O número superou o recorde anterior, em 2012, quando foram solicitados 1,075 milhão. O número vinha crescendo desde 2005, sendo que a exceção foi 2013 quando houve numa pequena redução nas liberações. De acordo com a embaixada americana, o tempo de espera para agendar uma entrevista é de menos de 4 dias em todo o país. O processo todo, desde a solicitação, até o recebimento do visto leva, em média, 10 dias.

Cresce visto para EUA 2

                Desde 2010, vistos para visitantes brasileiros valem até dez anos, mas existe a possibilidade desta exigência ser eliminada em breve. Existe a intenção dos dois países em estabelecer a isenção dos vistos, segundo compromisso firmado em 2012 pela Presidente Dilma Rousseff em visita a Washington. A decisão precisa ser bilateral, e ainda não foi tomada. Quando isso acontecer, a entrada dos americanos no Brasil passará a ser permitida apenas com a apresentação de um passaporte válido.

 

  • Esse é um dado estatístico que dói ao divulgar. A venda de livros no Brasil cresceu menos de 1% em 2014, segundo informações do Sindicato Nacional dos Editores de Livros e da Câmara Brasileira do Livro (CBL).
  • Pesquisa encomendada pelas duas entidades mostra que a tiragem média cresceu 9,3%, revelando que as apostas das editoras, no ano passado, era arriscar o mínimo possível com novos títulos.
  • Por outro lado, os livros digitais, que ainda correspondem a uma fatia pequena do mercado editorial, continuam em alta.
  • O faturamento passou dos R$ 13 milhões em 2013 para R$ 17 milhões em 2014, considerando apenas os e-books produzidos no Brasil. Ao todo o setor faturou R$ 5,4 bilhões no ano passado.
  • A pesquisa foi elaborada pela Fundação instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) da Universidade de São Paulo, com base em uma mostra com 733 editoras cadastradas pelas entidades.