8 de Maio de 2015

O mosquito da dengue.

 

Não sou infectologista. Não irei falar sobre a doença, ou as doenças transmitidas pelo referido inseto.

Falarei sobre o porquê na minha visão de tantos casos no nosso País.

Estive recentemente na cidade de Santiago do Chile, capital do referido País. Limpa, com avenidas largas de mão única e com várias construções de vias onde as placas indicativas mostravam o melhor caminho a ser seguido evitando os congestionamentos.

Andei de metro e ônibus. O metro de excelente qualidade podendo ser comparado com os melhores do mundo. Ônibus de subúrbio onde não existia cobrador. Todos os passageiros pagavam no caixa que estava ao lado do motorista. Esse só fazia passar o troco quando necessário. Um aviso nos ônibus chamou minha atenção: “este ônibus pertence a você, cuide bem dele, pois irá servi-lo em suas viagens”. Educação. Esta é a palavra chave.

Educação. Só assim teremos uma cidade limpa e não teremos dengue e outras doenças oriundas dos mosquitos, das moscas, ratos e baratas.

Estou cansado de ver automóveis que vão a minha frente, baixarem os vidros e jogarem embalagem de alimentos e outros papeis, quando não latas de refrigerantes e garrafas de água nas ruas.

Olha, não são carroças como chamou aquele presidente, são automóveis pequenos ou grandes, novos ou velhos, de luxo ou popular. Todos os tipos. Seus ocupantes de maior ou menor poder aquisitivo não possuem a civilidade necessária. Fico me perguntando: será que fazem isso mesmo em casa?

Outros automóveis são até piores. Possuem no vidro traseiro adesivo religioso ou de agradecimento ao ser superior por ter ganhado o carro e fazem o mesmo. Jogam o lixo que está dentro do carro na rua, na calçado enfim…

Como poderemos combater a dengue e outras doenças transmitidas por insetos e roedores (hepatite, leptospirose, etc), se nossa população não cuida de limpar a cidade. Só suja!